Política

Clécio Luís destaca momento histórico após Petrobras confirmar descoberta de petróleo no Amapá 

Agora, a expectativa é de aumento na geração de empregos, investimentos e movimentação econômica


 

A Petrobras anunciou a descoberta de hidrocarbonetos no Campo Morfo, localizado a cerca de 175 quilômetros da costa do Oiapoque, no Amapá. A área está em águas profundas, com lâmina d’água de aproximadamente 2.886 metros, e a perfuração avançou cerca de 7 mil metros abaixo do leito marinho. Hidrocarbonetos são os principais indicadores da presença de óleo e gás, e as operações de pesquisa continuam.

 

“Somente a Petrobras seria capaz de executar uma empreitada dessa e em pouco tempo fazer essa campanha de pesquisa, e em menos de seis meses ter essa comprovação da existência do petróleo”, disse o  governador Clécio Luís, que classificou o anúncio como uma conquista histórica.

 

O governador relembrou que a Petrobras enfrentou grandes problemas para conseguir o licenciamento para fazer as pesquisas, mas articulações políticas em Brasília, em especial com participação do senador Davi Alcolumbre, permitiram que a licença fosse concedida.

 

“A primeira grande vitória foi trazer a Petrobras para o Amapá. A segunda foi trazer a base da Petrobras, que estava em Belém, para o Oiapoque. Depois conseguimos o licenciamento antes da COP e, agora, estamos vivendo a implantação da Petrobras, da Transpetro, da Constellation, da CBO e de várias outras empresas que estão se instalando no estado”, celebrou.

 

 

Agora, a expectativa é de aumento na geração de empregos, investimentos e movimentação econômica. “Essa expectativa criada hoje com o anúncio da descoberta do petróleo no Amapá já vai gerar inúmeros empregos, incontáveis investimentos e movimentações econômicas que vão ajudar muito a desenvolver o estado”, declarou Clécio Luís.

 

O governador também defendeu que o avanço do setor ocorra com diálogo e responsabilidade ambiental. Para ele, a presença de diferentes segmentos na Expofeira simboliza a união em torno do desenvolvimento.

 

“Se tivéssemos divergências profundas sobre o petróleo, talvez não estivéssemos aqui, porque a Petrobras não viria para um ambiente de guerra e discórdia. O Amapá vive hoje um ambiente de construção coletiva, com os licenciamentos ambientais saindo e as empresas chegando”, finalizou.

 


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