Nota 10

Cultura Viva e gestão horizontal são tema de formação para agentes culturais

Encontro aborda Política Nacional de Cultura Viva, redes de colaboração e parcerias institucionais nesta terça-feira, 8, no Teatro Municipal Silvio Romero


 

Fortalecer a organização coletiva, ampliar o acesso às políticas públicas de cultura e estimular novas formas de gestão no setor cultural. É com esse propósito que Santana recebe, nesta terça-feira, 8, a formação ‘Cultura viva e gestão horizontal”, voltada a agentes, coletivos, organizações e demais integrantes do setor cultural. A atividade será realizada às 19h, no Teatro Municipal Silvio Romero, no bairro Nova Brasília.

 

Promovida em uma articulação que reúne o Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Amapá, Ministério da Cultura, Cultura Viva, Sistema Nacional de Cultura e organizações culturais parceiras, a formação propõe uma conversa prática sobre ferramentas que podem contribuir para fortalecer iniciativas culturais e ampliar sua participação nas políticas públicas.

 

 

Entre os temas estão a Política Nacional de Cultura Viva, o Cadastro de Pontos e Pontões de Cultura, a gestão de redes e a institucionalização de parcerias. A proposta é aproximar informações e instrumentos de gestão da realidade de quem faz cultura nos territórios, estimulando a cooperação e a construção compartilhada de soluções.

 

Coordenador-geral do Comitê de Cultura no Amapá e ministrante da formação em Santana, Cláudio Silva destaca que compreender as políticas públicas e as possibilidades de articulação em rede é fundamental para que os agentes culturais possam fortalecer suas iniciativas.

 

“A Cultura Viva parte do reconhecimento de que a cultura acontece nos territórios e é construída por muitas mãos. Conhecer essa política, compreender como funcionam os Pontos e Pontões de Cultura e fortalecer a gestão em rede significa dar mais autonomia e capacidade de articulação para quem já desenvolve ações culturais em suas comunidades”, diz Cláudio Silva.

 

A formação também pretende estimular uma visão menos centralizada da gestão cultural, valorizando processos colaborativos, participação e autonomia dos diferentes atores que integram o ecossistema cultural.

 

 

Para o Comitê de Cultura no Amapá, ações formativas como essa contribuem para democratizar o acesso às informações sobre políticas culturais e aproximar as ferramentas disponíveis das pessoas e organizações que atuam diretamente nos territórios.

 

Realização do Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Amapá, Ministério da Cultura e Governo Federal, em parceria com a Associação Artístico Cultural e Desportiva do Município de Oiapoque (AACDMO Yakaikani) e Associação Ói Nóiz Akí.

 


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