Polícia

Policial penal embriagado espalha pânico e atira em direção à escola infantil no Jardim Açucena

Diante do risco iminente, direção da instituição entrou em protocolo de emergência; aulas foram interrompidas, funcionários se protegeram e comunicado urgente foi emitido aos pais e responsáveis para que buscassem crianças imediatamente


 

Elen Costa
Da Redação

 

Um episódio de extrema gravidade e irresponsabilidade chocou os moradores do residencial Jardim Açucena, na zona sul de Macapá, na manhã desta sexta-feira, 23. Um policial penal, que apresentava visíveis sinais de embriaguez, foi detido em flagrante após efetuar disparos de arma de fogo na direção de uma escola de educação infantil.

 

De acordo com relatos de testemunhas e moradores da área, o servidor público já chamava a atenção desde as primeiras horas da manhã. Ele consumia bebidas alcoólicas em frente a um estabelecimento comercial do residencial e circulava exibindo a arma de fogo ostensivamente, gerando desconforto em quem passava pelo local.

 

A situação saiu do controle por volta das 9h, quando o homem efetuou os disparos na direção da instituição de ensino. O barulho dos tiros causou pânico imediato na comunidade escolar e nos arredores.

 

 

Diante do risco iminente, a direção da creche/escola infantil entrou em protocolo de emergência. As aulas foram interrompidas, os funcionários se protegeram e um comunicado urgente foi emitido aos pais e responsáveis para que buscassem as crianças imediatamente.

 

O clima na frente da instituição foi de desespero e correria, com pais assustados tentando garantir a integridade física de seus filhos. Felizmente, não há registro de feridos.

 

Equipes policiais foram acionadas e realizaram a abordagem do policial penal. Ele foi desarmado, detido e conduzido à delegacia para o registro da ocorrência e autuação em flagrante.

 

Além de responder criminalmente pelo disparo de arma de fogo em via pública e por colocar vidas em risco, o servidor deverá enfrentar um processo administrativo disciplinar junto à Corregedoria do sistema penitenciário, que pode resultar no seu afastamento ou demissão do cargo.

 


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