Nota 10

Oficina explora universo do VJ e do videomapping

Trabalho visual da banda paraense Gang do Eletro também entrou em pauta como estudo de caso; Astigma apresentou softwares usados por profissionais e compartilhou dicas para quem deseja começar a experimentar o videomapping


 

Como imagens podem transformar experiência de um show? Essa foi uma das questões que movimentaram oficina Telão e Videomapping, realizada nesta sexta-feira, 30, na Cafeteria da Fortaleza de São José de Macapá, durante o 8º Festival Quebramar. O evento tem patrocínio master da Petrobras, por meio da Lei Rouanet, e realização do Ministério da Cultura.

 

Conduzida pelo artista visual e VJ paraense Kauê Bentes, conhecido como Astigma VJ, a atividade apresentou possibilidades de conectar música, tecnologia e experimentação visual, mostrando como as projeções também podem fazer parte da identidade de uma apresentação musical.

“Foi muito massa a interação com o público superengajado, curioso em aprender. Eu gosto muito de compartilhar conhecimento porque é dessa forma de expandir a produção audiovisual, trazer novos formatos para o público”, contou Astigma.

 

Entre exemplos de conteúdos visuais, os participantes conheceram um pouco do universo dos VJs, profissionais que manipulam imagens ao vivo e acompanham a música na construção da atmosfera de um show.

A oficina abordou a trajetória das experiências visuais, do cinema abstrato aos grandes telões, até o fluxo de trabalho desses artistas e as diferentes maneiras de sincronizar imagem e som.

 

O trabalho visual da banda paraense Gang do Eletro também entrou em pauta como estudo de caso. Astigma ainda apresentou softwares usados por profissionais e compartilhou dicas para quem deseja começar a experimentar o videomapping.

 

 


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