Tite vai até Catar em 2002

Para a Copa do Catar, em 2022, o trabalho terá que ser contínuo, porque o futebol moderno não perdoa mais atraso no desempenho.

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Acabaram as especulações: Tite será o treinador da seleção brasileira até a Copa de 2022, no Catar, renovação acordada entre o profissional e a CBF. Depois do resultado da Copa da Rússia, o nome de Tite já vinha sendo aceito, porque o futebol brasileiro necessita de trabalho a longo prazo e a confirmação de um treinador permanente garante estabilidade ao trabalho a longo prazo. Logo agora em setembro, a seleção começará sua rotina de compromissos internacionais, com duas partidas amistosas nos Estados Unidos, uma com a seleção norte-americana e, outra, contra à de El Salvador. A Comissão Técnica que atuou na Rússia deverá ser mantida, inclusive com Edu Gaspar como homem forte da equipe. Depois de muito apanhar, parece que agora a CBF aprendeu um pouco e para estabelecer uma trégua de confiança no futebol brasileiro, resolveu acreditar em trabalho de longo prazo, optando pela renovação de Tite. Embora não tenha conseguido ir muito longe nos jogos da Rússia, o treinador deixou boa marca em sua condição, principalmente no inicio da sua trajetória diante da seleção, quando confirmou o prestígio da equipe a colocou em destaque nas eliminatórias para a Copa na América do Sul. Para a Copa do Catar, em 2022, o trabalho terá que ser contínuo, porque o futebol moderno não perdoa mais atraso no desempenho. A partir de 2010, quando a Espanha ganhou o título, na África do Sul que o futebol apresentou dinâmica diferente, muito bem definida agora na Rússia. Modernamente para vencer as seleções têm apresentar novidades.

Roger
Treinador que não ganha em times grandes tem só um destino: demissão. Foi o que aconteceu com Roger no Palmeiras, clube que ele iniciou no início do ano. A derrota para o Fluminense foi o motivo da dispensa. No inicio da semana, outro time grande detonou ser treinador. O Santos deu bilhete azul a Jair Ventura, por estar insatisfeito com o trabalho do profissional. Em seu lugar entrou Serginho Chulapa, conhecido no Santos e que entrou com o pé direito, pois empatou de 1 a 1, com o Flamengo, líder do Brasileirão. A onda de demissão não abrange apenas o futebol brasileiro. No Japão, o treinador Levir Culpi foi demitido do Gamba Osaka, cuja posição no campeonato local era ruim, após várias derrotas.


 
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