A Arte da Guerra

Estratégias – Liderança A Arte da Guerra é um tratado militar escrito durante o século IV a.C pelo estrategista conhecido como Sun Tzu. O tratado é composto por treze capítulos, cada qual abordando um aspecto da estratégia de guerra, de modo a compor um panorama de todos os eventos e estratégias que devem ser abordados em um combate racional. […]

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Estratégias – Liderança

A Arte da Guerra é um tratado militar escrito durante o século IV a.C pelo estrategista conhecido como Sun Tzu. O tratado é composto por treze capítulos, cada qual abordando um aspecto da estratégia de guerra, de modo a compor um panorama de todos os eventos e estratégias que devem ser abordados em um combate racional. Acredita-se que o livro tenha sido usado por diversos estrategistas militares através da história como Napoleão, Zhuge Liang, Cao Cao, Takeda Shingen, Vo Nguyen Giap e  ;Mao Tse Tung.

Desde 1772 existem edições europeias (quatro traduções russas, uma alemã, cinco em inglês), apesar de serem consideradas insatisfatórias. A primeira edição ocidental tida como uma tradução fidedigna data de 1927.
O livro A Arte da Guerra foi traduzido para o português por Caio Fernando Abreu e Miriam Paglia (1995).
Com seu caráter sentencioso, Sun Tzu forja a figura de um general cujas qualidades são o segredo, a dissimulação e a surpresa.

Hoje, A Arte da Guerra parece destinado a secundar outra guerra: a das empresas no mundo dos negócios. Assim, o livro migrou das estantes dos estrategistas para as do economista e do administrador.
Embora as táticas bélicas tenham mudado desde a época de Sun Tzu, esse tratado teria influenciado, segundo a Enciclopédia Britânica, certos estrategistas modernos como Mao Tsé-Tung, em sua luta contra os japoneses e os chineses nacionalistas.

Inclusive encontra-se nos escritos militares de Mao-Tse-Tung citações do livro A Arte da Guerra de Sun Tzu.
O general brasileiro, Alberto Mendes Cardoso, chamou o livro do Sun Tzu de clássico militar. (pt.wikipedia.org).

 

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CÁLICE: Do latim cálix ou do grego kylix que era usado nos simpósios, é um recipiente destinado a conter líquidos. É usado concretamente em certos rituais cristãos para conter o vinho com água, sendo apresentado no altar. Na missa cristã, o cálice representa o Santo Graal, ou seja, o cálice que Jesus Cristo teria usado n a Última Ceia. É usado na Liturgia eucarística e no Rito da Comunhão. Antes e depois desses momentos, ele fica vazio, de for ma que água e o vinho que serão usados na Consagração ficam em recipientes à parte, as galhetas.

 

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Meu coração menino
Trás no peito um beija flor
A procura de ninho
Voando atrás do teu amor
Beto Oscar e Helder Brandão

 

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  1. Aprovado

Liesap aprova regulamento para o carnaval 2020 com disputa, sem rebaixamento, mas com a campeã do grupo de acesso subindo para o grupo especial.
Em 2021 serão sete escolas no 1º grupo e três no 2º, com duas do 1º caindo para o acesso e a campeão do 2º subindo para o especial, ficando seis no grupo especial e quatro no acesso. Entendido?

 

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  1. Bregaço

Cantor e compositor Mauro Cota tem agenda de shows nesta quinta (5), no “Boteco do Rodapé” (esquina da av: Presidente Vargas com a rua Hildemar Maia – Santa Rita), a partir das  23h, e no Shopping Villa Nova (av. Presidente Vargas – Centro), na sexta (6), às 20h.

 

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  1. Troféu Lino

Associação Amigos do Samba homenageou a senhora, Leny do Buritizal, como personalidade do samba amapaense, no Dia Nacional do Samba (2/dez.).
Ela recebeu o Troféu Francisco Lino da Silva, a maior nome do samba amapaense. Parabéns.

 

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  1. Teatro

Dia 13 (quinta) o Grupo Língua de Trapo volta ao palco do Teatro das Bacabeiras com o espetáculo, “Bar Caboclo – Elixir da Paixão”, às 21h. Última apresentação de 2019.

 

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  1. Imperdível

Sexta (6) tem show do Grupo Fundo de Quintal, um dos maiores movimentos do samba de raiz do país.
Em frente ao colégio Azevedo Costa, entre as ruas Gal. Rondom e Eliezer Levy – Laguinho, às 23h. Realização da Seafro, Fundação Palmares e União dos Negros do Amapá (UNA). Entrada franca.

 

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  1. Profissionalismo

Jornalista cultural, Cláudio Rogério, comunicou em sua página no Facebook, seu desligamento da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, onde tem um ciclo de atividades reconhecidas e respeitadas (enredos, pesquisas, concepções, direções, etc), sem falar no amor, mas esse fica guardado, pois o assunto em questão é profissionalismo.
Antes de tomar sua decisão, Rogério procurou várias vezes a direção da escola para conversar, mas não teve resposta. Ele recebeu propostas de trabalho de inúmeras instituições carnavalescas para 2020 e aceitou o desafio. Parabéns, pela atitude e boa sorte.

 

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  1. Cinema

O filme amapaense (curta metragem), “Agora Já Foi”, dirigido e roterizado por Manuela Oliveira, com direção de atores de Thomé Azevedo, foi premiado no Festival de Filmes Transcendental de Brasília.
O filme promove a discussão sobre o aborto e o suicídio, e é utilizado nas escolas, pelo Projeto Semeador da Federação Espírita. Parabéns.


 
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