A política de Edital valoriza o artista anônimo?

Sempre estamos acostumados a dar valor aos artistas, de diversos segmentos, que já estão atuando, há anos, em eventos populares como shows, inaugurações, etc.

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Nessas minhas andanças por muitas paragens, sempre encontro uns artistas anônimos possuidores de puro talento, mas que ainda não ganharam os aplausos merecidos. Porque será?

Sempre estamos acostumados a dar valor aos artistas, de diversos segmentos, que já estão atuando, há anos, em eventos populares como shows, inaugurações, etc. Mas como podemos enxergar aqueles fantásticos jovens que não aparecem e constroem artes maravilhosas? O que falta para que o talento desses seres seja notado, conhecido e valorizado?

Geralmente nos deparamos com os artistas atuando em algum lugar, mas nada de novo nos é apresentado, pois as obras desses chamados “medalhões” já são de conhecimento público, mas as dos muitos artistas, digamos escondidos, esses não conhecemos e nunca os vimos em atuação.
Será que eles não querem aparecer, se tornarem conhecidos, ou as ações é que não chegam até eles? Já ouvi que muitos que até querem ser vistos, mas a condição para isso não lhes é favorável, pois para que eles participem de eventos, shows, atividades, contratações, etc, tem que ser crivados pela política do “Edital”. Esse exige demais e eles jamais passarão pelo crivo, já que é preciso e necessário que eles tenham um trabalho já conceituado para se inscreverem. A famosa experiência. Mas sem a oportunidade de poder mostrar o seu trabalho, como esses jovens talentos anônimos poderão ter suas artes notadas? É preciso fazer com que as ações públicas cheguem até esses jovens artistas anônimos brasileiros, para que ele s tenham oportunidades e mais tarde sejam incluídos e valorizados na política de Edital.

 

  • “Canoinha”

Título da nova música do cantor e compositor paraense, Ronaldo Silva, gravada pelo projeto Arraial do Pavulagem.
Faz parte da 5ª edição do disco (CD) Prêmio Grão de Música.

 

  • Em novembro

Anote logo na agenda que esse show será imperdível, com dois ícones da boa música popular brasileira, dia 3 de novembro.
Eudes Fraga e Paulinho Pedra Azul, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), 22h. Informações: 99193-8466 e 98110-5404.

 

  • “Xangô”

Nome do enredo do Salgueiro para o carnaval de 2019, Rio de Janeiro, que já está sendo considerado destaque entre os demais.
O primeiro refrão do samba diz: “Mora na Pedreira o Dono da Terra, Vem de Aruanda Pra Vencer a Guerra. Eis o Justiceiro da Nação Nagô, Samba Corre Gira, Gira Pra Xangô…”

 

  • Bateria

Vem aí o 1º Festival de Baterias das Escolas de Samba do Amapá, agendado para acontecer dia 5 de janeiro de 2019.
A realização é da agremiação Piratas Estilizados e outros parceiros. Na quadra do colégio Azevedo Costa – Laguinho, a partir das 20h.

 

  • Esperança

Vamos aguardar dos dois candidatos ao governo do Amapá (2º turno), Capiberibe e Waldez, propostas viáveis e verdadeiras para os segmentos artísticos culturais.

 

  • Destaque

Cantor e compositor nordestino (Natal-RN), Rambolde Campos, já com 38 anos cantando, 36 morando em Macapá (AP), onde fincou seu coração e aqui expandiu e consolidou sua carreira.
Com vários discos gravados, participações em festivais, belas canções suas e com parceiros, muitos shows e viagens levando suas músicas. Merece o destaque. Parabéns.

 

  • Dança

Dia 8 de novembro a Graham CIA. de Dança vai realizar o espetáculo, “De Corpo e Alma”.
No Teatro das Bacabeiras, às 19h30.


 
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