Samaúma: A Rainha da Floresta

Samaúma ou Sumaúma (Ceiba pentranda) é uma árvore encontrada na Amazônia. É considerada sagrada para ao antigos povos “maia” e os que habitam as florestas. A palavra samaúma é usada para descrever a fibra obtida dos seus frutos. A planta é conhecida também por algodoeiro. Cresce entre 60–70m de altura e o seu tronco é […]

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Samaúma ou Sumaúma (Ceiba pentranda) é uma árvore encontrada na Amazônia. É considerada sagrada para ao antigos povos “maia” e os que habitam as florestas. A palavra samaúma é usada para descrever a fibra obtida dos seus frutos. A planta é conhecida também por algodoeiro. Cresce entre 60–70m de altura e o seu tronco é muito volumoso, até 3 m de diâmetro com contrafortes. Alguns exemplares chegam a atingir os 90m de altura, sendo, por isso, uma das maiores árvores da flora mundial.
Essa árvore consegue retirar a água das profundezas do solo amazônico e trazer não apenas para abastecer a si mesma, mas também pra repartir com outras espécies. De crescimento relativamente rápido, pode alcançar os 40 metros de altura.
Em determinadas épocas “estrondam” irrigando toda a área em torno dela e o reino vegetal que a circunda.
A samaumeira é tipicamente amazônica, conhecida como a “árvore da vida” ou “escada do céu”. Os indígenas consideram-na “a mãe” de todas as árvores. Suas raízes são chamadas de sapobemba. Estas raízes são usadas na comunicação pela floresta, que é feita através de batidas em tais estruturas. Possui uma copa frondosa, aberta e horizontal.
Além disso, a árvore apresenta propriedades medicinais e é considerada pelos povos da floresta, uma árvore com poderes mágicos, protegendo inclusive as demais árvores e os habitantes da floresta.

A fibra é muito leve, altamente inflamável e resistente à água. O processo de separação da fibra é manual. É usada como uma alternativa ao algodão para encher almofadas, colchões (antigamente) e para isolamentos. Na atualidade, a sumaúma foi substituída por materiais sintéticos. As sementes produzem um óleo usado para fabricar sabão e também são usadas como o fertilizante. (www.caliandradocerrado.com.br).

 

  • Investimento

Dezessete projetos culturais vão receber um investimento de R$ 24 milhões do Fundo Nacional da Cultura, administrado pelo Ministério da Cidadania.
São projetos de instituições e fundações vinculadas à pasta, além de secretarias nacionais ligadas à Secretaria Especial da Cultura. (www.cultura.gov.br).

 

  • “Todo Música”

Projeto musical “Todo Músico”, título do 1º disco solo de Enrico Di Miceli, será apresentado à imprensa, quarta (25), às 9h, no Estúdio Metanóia (av: Hamilton Silva – Jesus de Nazaré).

 

  • Todos os sambas

Na sexta (27) vai rolar a 2ª edição do show, “Por Todos os Sambas”, da cantora Deize Pinheiro, na casa de shows Sankofa (Orla do Araxá), a partir das 20h.
O repertório está recheado de sambas imortais para relembrar belos momentos da história.

 

  • Objetivo alcançado

Comunidade carnavalesca atendeu ao chamado do fundador e presidente de honra de Boêmios do Laguinho, Francisco Lino da Silva, e compareceu no lançamento da campanha “Acorda Laguinho, Amor. Respira Esse Novo Ar”, sábado (21), em frente à sede da escola (Laguinho).
Por dívida trabalhista a sede da AUSBL foi penhorada em 30 mil, mas o mestre Lino assumiu pagar a dívida em 5 parcelas. O primeiro evento teve seu objetivo alcançado. Aguardem o segundo.

 

  • Carnaval 2020

Presidente da Liesap, Lizete Jardim, disse em entrevista à Diário FM 90,9, sábado (21) à tarde, que está aguardando pela prefeitura de Macapá e governo do estado para realização do carnaval das escolas de samba 2020.

 

  • Diferencial

A música regional produzida na Amazônia é a novidade no país e os grandes produtores sabem disso.
Nossa temática, rítmica, instrumental, produção, fazem a diferença. Fato.

 

  • Exposição

Artista Plástico amapaense, Herivelton Maciel, está com sua exposição “Amazônia, a Arte de Ver de Herivelton Maciel. Homenagem a Fauna, Flora e a Forma de Viver do Ribeirinho e a Ancestralidade Indígena”.
No prédio onde está funcionando a Escola de Artes Cândido Portinari (av: Cônego Domingo Maltês – Buritizal), até o dia 30 de setembro.


 
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