Diferencial do cérebro japonês

O alfabeto convencional do Ocidente e os outros dois sistemas de escrita do Japão (Hiragana e Katakana) são mais reconhecidos pelo lado esquerdo.

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Obra do médico neurocirurgião Raul Marino Júnior, lançada ontem, 12 de abril, na Academia Paulista de Letras, mostra como o estudo e a prática do Kanji, um dos três sistemas de escrita dos japoneses, levaram ao maior desenvolvimento e uso do lado direito do seu cérebro. O livro ‘O cérebro japonês — A importância da língua japonesa’ (Telucazu Edições) resulta do profundo conhecimento do autor sobre a cultura, idioma, costumes, filosofia e história do País do Sol Nascente, que visita com frequência, para proferir palestras e participar de congressos. Raul Marino Jr., doutor pela Universidade de São Paulo e introdutor no Brasil da Neurocirurgia Funcional, explica que é no lado direito do cérebro que são mais reconhecidos o desenho, a música, os poemas e a religião, assim como os caracteres do Kanji, que são especial forma artística. O alfabeto convencional do Ocidente e os outros dois sistemas de escrita do Japão (Hiragana e Katakana) são mais reconhecidos pelo lado esquerdo. Por isso, se um japonês perder as funções de uma das duas partes do cérebro, devido a um derrame, meningite ou qualquer outra causa, continuará comunicando-se por meio da parte preservada. Esse é um diferencial significativo em relação aos ocidentais, que utilizam menos o lado direito. O livro traz fascinante tema ligado à neurologia, linguística e à cultura japonesa. Além disso, conforme consta nos destaques de suas capas, a obra comemora os 110 anos da imigração japonesa, que transcorrem em 2018, celebrando a amizade entre dois povos.

 

Perdão

Falar de Jesus Cristo, há tempos era muito difícil pra mim. Hoje em dia, não. Considero-me amigo Dele. Já a recíproca Dele vai além, muito além do que mereço, em minha pequenez de pecador inveterado. Essa recíproca é tanta que eu O considero meu único amicíssimo. Jesus teve morte de Cruz, traído e incompreendido pelo homem que de tanto pensar em si esquece que existe por causa justamente Dele. Então, neste espaço me dado por Ele, publicamente peço perdão pelas ofensas que eu tenha cometido contra meus semelhantes. Peço perdão aos meus irmãos em Cristo, porque Ele próprio ensinou que ‘tudo aquilo que fizeres a cada um do teu irmão é a mim que fazes”. Por tanto, perdão, meus irmãos.

 

Resistindo à armadilha
A planta carnívora Vênus pode digerir um inseto em cerca de dez dias. O processo começa quando um inseto desavisado sente o cheiro do néctar das folhas que formam a armadilha. Ao investigar, ele se arrasta para dentro das mandíbulas da planta. As folhas se fecham em meio segundo e sucos digestivos dissolvem o inseto.

Essa planta carnívora me lembra da maneira como o pecado pode nos devorar se formos atraídos a ele. O pecado tem fome de nós. Gênesis 4:7 diz: “…Se […] procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti…”. Deus disse essas palavras a Caim antes de este matar seu irmão Abel.

O pecado pode tentar nos seduzir apresentando-nos uma nova experiência aparentemente agradável, convencendo-nos de que viver corretamente não importa ou apelando aos nossos sentidos físicos. Todavia, há uma maneira de dominarmos o pecado em vez de deixá-lo consumir a nossa vida. A Bíblia diz: “…andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne” (Gálatas 5:16). Quando enfrentamos uma tentação, não a enfrentamos sozinhos. Temos ajuda sobrenatural. Confiar no Espírito de Deus fornece o poder para vivermos para Ele e para os outros. Caímos em tentação, quando não nos afastamos dela. — Jennifer Benson Schuldt


 
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