Que surpresa!

Resta a esperança de uma explicação, que deverá ser dada terça-feira, 6, com a presença de uma autoridade da Embaixada da França, em Macapá.

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No momento em que Brasil e França procuram se acertar, diplomaticamente, pelo menos na aparência, por conta da ponte binacional no rio Oiapoque; também no momento em que se tem notícia de que o Brasil já concluiu a sua aduana, no município amapaense fronteiriço, para a abertura efetiva da ponte, recebo a informação de que o Consulado franco no nosso estado foi fechado. Consta que a medida, tomada pela Embaixada francesa no Brasil, vigora desde o dia 16 de fevereiro. Isso vem causando transtornos a muita gente que depende do fluxo de ligação entre Oiapoque e a Guiana Francesa. Mas autoridades do país de Napoleão Bonaparte não informam nada sobre o fechamento do Consulado, bem como autoridades brasileiras e muito menos amapaenses. Aí não dá pra aguentar. Resta a esperança de uma explicação, que deverá ser dada terça-feira, 6, com a presença de uma autoridade da Embaixada da França, em Macapá.

 

O Rei que voltará
Nós admiramos todos os que “dão a volta por cima” depois de um fracasso e derrota. Em 2001, uma revista de esportes apresentou um artigo sobre as maiores “voltas por cima” de todos os tempos. É surpreendente! Eles selecionaram a ressurreição de Jesus como o número um de tais eventos. A afirmação dizia o seguinte: “Jesus Cristo — 33 d.C., — desafia e deixa os romanos atônitos com a Sua ressurreição.”

Que compreensão! Em qualquer uma das listas de “voltas por cima” na história, a vitória de Jesus sobre a morte merece o primeiro lugar. Sua ressurreição está acima de qualquer outro acontecimento.

Em última instância, a morte triunfa sobre a vida. Quando uma pessoa morre, não há a possibilidade de uma nova existência — pelo menos não neste mundo. Mas esse não foi o caso de Jesus. Ele havia prometido aos Seus discípulos que depois de ser crucificado por Seus inimigos, voltaria a viver — triunfando sobre a morte. Mateus registra isso em seu evangelho: “…começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas […] ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (16:21). E foi isso o que aconteceu com o nosso Salvador.
O retorno de Jesus nos assegura que nós também, pela fé nele, voltaremos quando ressuscitarmos (João 11:25,26). O túmulo vazio é o fundamento da nossa fé.— Vernon C. Grounds

 

Leões à espreita
Quando eu era criança, meu pai nos assustava ‘escondendo-se’ no mato e rosnando como um leão. Mesmo na década dos anos 1960, era quase impossível um leão se esconder numa área rural de Gana, África. Meu irmão e eu ríamos e procurávamos a origem do ruído, alegres por chegar a hora de brincar com papai.

Certo dia, uma amiga veio nos visitar. Enquanto brincávamos, ouvimos o rugido conhecido. Ela gritou e correu. Meu irmão e eu conhecíamos a voz de papai — qualquer ‘perigo’ era simplesmente o leão fantasma —, mas dessa vez, foi engraçado, corremos com ela. Meu pai se sentiu mal por ela ter ficado assustada, e meu irmão e eu aprendemos a não sermos influenciados pelo pânico alheio.
Calebe e Josué se destacam como homens indiferentes ao pânico alheio. Quando Israel estava prestes a entrar na Terra Prometida, Moisés enviou 12 homens para espiar a região. Todos viram um belo território, mas dez se focaram nos obstáculos e desanimaram toda a nação (Números 13:27-33). No processo, eles entraram em pânico (14:1-4). Só Calebe e Josué avaliaram a situação com precisão (vv.6-9). Eles conheciam a história de seu Pai e confiavam no sucesso que Ele traria.

Alguns ‘leões’ representam ameaça genuína, outros são fantasmas. Não importa, como cristãos, a nossa confiança está naquele cuja voz e ações conhecemos e confiamos. Fogem os perversos, sem que ninguém os persiga; mas o justo é intrépido como o leão. Provérbios 28:1— Tim Gustafson


 
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