Viagem e retorno

“É um lugar raro, pela sua beleza e tranquilidade”, define Cardoso o berço da disputa entre os botos Tucuxi e Cor de Rosa, estrelas do folclore santareno. Mas Antônio Cardoso não deixa de transparecer a felicidade de morar na ‘joia’ Macapá.

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Amigo Antônio Cardoso, delegado de polícia civil aposentado, passou dezembro em viagem de turismo a Santarém, a ‘Pérola do Tapajós’. Acompanhado da esposa Madalena, Cardosinho, como o amigo é carinhosamente chamado, voltou para Macapá encantado com aquela cidade paraense. Antônio Cardoso é uma das legendas do Amapá. Já delegado de polícia civil experimentado, em 1993 e 1994 chefiou a pasta da segurança pública amapaense, com competência. Ele também foi um dos fundadores do bloco carnavalesco ‘Unidos do Pau Grande’. Hoje é presidente de honra da agremiação. Quanto a Santarém, o amigo diz que é uma cidade aprazível, terra de muitas praias banhadas pelo azul cristalino rio Tapajós. Mas ele ficou extasiado, mesmo, foi com a praia de Alter do Chão (foto), onde passou deliciosos momentos com a amada Madalena. “É um lugar raro, pela sua beleza e tranquilidade”, define Cardoso o berço da disputa entre os botos Tucuxi e Cor de Rosa, estrelas do folclore santareno. Mas Antônio Cardoso não deixa de transparecer a felicidade de morar na ‘joia’ Macapá.

 

Questão de ser

A fraqueza do coração humano é uma das maiores virtudes. Nela, o ser humano se derrete em favor do semelhante, renunciando a si mesmo. É entrega total. O ideal seria que tal entrega, fraqueza e renúncia fossem correspondidas. Quem tem o coração fraco, emocional, espiritual e afetivamente, para os corações duros, é tido como ‘joão ninguém’, babaca, mané, zé mané, otário e outras denominações depreciativas. Pela alegria e leveza que o dono do coração fraco experimenta, o dono do coração duro é quem acaba sendo tudo aquilo, porque destila raiva, vingança, ódio, inveja e tudo mais negativo que possa existir. E tudo isso não passa para o coração fraco, pelo contrário, fica ainda mais entranhado no de coração duro. Por isso é que sou passivo. Prefiro aceitar tudo como vontade de Deus, do que fazer da minha vontade uma soberana que logo perecerá. Afinal, esse é o fim de todos nós humanos, tanto os de coração fraco como os de coração duro. E é verdade que quem não é babaca não morre na Graça de Deus, ao contrário dos babacas.

 

Deixe um legado
Quando um supervisor de rodovias morreu num acidente, sua família, colegas de trabalho e comunidade sofreram enorme perda. Sua igreja rural não podia acomodar todos os enlutados; por isso, o culto foi transferido para um prédio muito maior. Os amigos e familiares lotaram o auditório! A mensagem era clara: ele tocou muitas vidas de maneira singularmente sua. Muitos sentiriam saudade de sua bondade, senso de humor e entusiasmo pela vida.

Ao voltar do funeral, pensei sobre a vida do rei Jeorão. Que contraste! Seu breve reinado de terror é traçado em 2 Crônicas 21. Para solidificar seu poder, ele matou seus próprios irmãos e outros líderes (v.4). Depois, levou Judá a adorar ídolos. O registro diz: “…E se foi sem deixar de si saudades…” (v.20). Jeorão pensava que a força bruta garantiria o seu legado. E garantiu mesmo. Nas Escrituras, ele é sempre lembrado como um homem mau e líder egocêntrico.

Embora também fosse rei, Jesus veio à Terra para ser servo. Enquanto fazia o bem, suportava o ódio daqueles que se agarravam ao poder. No processo, esse Rei Servo entregou a Sua própria vida.
Hoje, Jesus vive e o Seu legado permanece, o que inclui os que compreendem que a vida não diz respeito apenas a si mesmos. Ela diz respeito a Jesus — Aquele que anseia por envolver com Seus braços fortes e perdoadores qualquer um que se volte a Ele. Uma vida dedicada a Deus deixa um legado duradouro. — Tim Gustafson.


 
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