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Amor à pátria, o melhor caminho

Faça referencia ao Brasil de hoje. Se nunca tivemos dias brilhantes em toda nossa história, já entretanto, vivemos momentos mais férteis digno da excelência de um país continente.

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Ulisses Laurindo – Jornalista
Articulista

Permanecer no auge da prosperidade, almejando a simples felicidade para todos habitantes é naturalmente, o máximo desejo de todos os países mundiais; buscando prosperidade na campo da economia, na harmonia geral, na política, no excelente equilíbrio social, anseios que são priorizados por uma sociedade, cujo prisma maior coloca a igualdade como a grande vitória. Na realidade, esse sonho de estabilidade vem e vai, às vezes, sem que se perceba a sua fuga. Mas não pode a desesperança tomar conta dos caminhos de volta, e novos esforços conjuntos de toda nação, deve caminhar novamente na busca do padrão ideal.

Faça referencia ao Brasil de hoje. Se nunca tivemos dias brilhantes em toda nossa história, já entretanto, vivemos momentos mais férteis digno da excelência de um país continente. Tivemos a má sorte de conviver um período, experimentando, como disse – disse Antonye Saint Exupéry, “o essencial não se vê”. Nos anos de 2003 a 2012 – o país viveu um misto de pseudo grandeza e derrocada rumo ao abismo. A fase passou, mas infelizmente, deixou na população algo que pouco se pode explicar, quando está em jogo e se trata da soberania de uma nação.

A fúria por parte de maus políticos, e mesmo até de gente simples do povo, começou no governo Temer, que não teve um minuto de sossego e, mesmo assim, houve pequeno, mas irrisório progresso. Agora, com Jair Bolsonaro, repito e digo, não só a horda de infelizes, mas boa parte de gente boa que, estranhamente não quer que o Brasil destrua o que o está destruindo, como a violência, e o charme é atacar o pacote de Sérgio Moro para tentarmos uma vida de paz. No auge da prosperidade, almejando a simples felicidade para todos habitantes, é naturalmente o máximo desejo dos países mundiais, buscando prosperidade na campo da economia, harmonia geral na política, excelente equilíbrio social, anseios que são priorizados por uma sociedade cujo prima maior coloca a igualdade como a grande vitória. Na realidade esse sonho de estabilidade vem e vai, às vezes, sem que se perceba a sua fuga. Mas não pode a desesperança tomar conta dos caminhos de volta e novos esforços é dever de todos. Jair Bolsonaro é a bola da vez. Todos os seus passos são vigiados e logo as suspeitas de que nada de bom virá do seu punho para o Brasil. Repito, Bolso só vingará se se apoiar em mão de ferro, lógico, dentro da democracia.

Muita gente não precisa, mas mesmo assim é bom os conselhos de Jean Jacques Rousseau (1712/1778): O principio fundamental de toda obra de Rousseau, pelo qual é definida até os dias atuais, é que o homem é bom por natureza, mas está submetido à influência corruptora da sociedade. Um dos sintomas das falhas da civilização em atingir o bem comum, é a desigualdade, que pode ser de dois tipos: a que se deve às características individuais de cada ser humano, e aquela causada por circunstâncias. O primeiro tipo de desigualdade é natural, o segundo, segundo o filósofo, deve ser combatido. A desigualdade suprime gradativamente, a liberdade dos indivíduos, e em seu lugar restauram artifícios como o culto das aparências e as regras da polidez”.

 
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