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O direito não levado a sério

A imagem acima é o retrato das violações dos direito com profundas consequências no comportamento da sociedade. No momento, o Brasil vive fase crucial, com a tentativa de colocar o direito em benefício de agentes que já foram julgados, pagando pela imoralidade dos seus deslizes.

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Ulisses Laurindo – Jornalista
Articulista

A história está aí para comprovar que nos locais aonde a justiça foi abandonada buscando valores para maior integração dos seres humanos sempre existiu a ruptura do direito. As tragédias mundiais jamais se apagam na memória humana. Sempre o sofrimento devido as lesões contra o direito desvirtua o magno sentido da criação e o amplo e permanente integração à felicidade .
O mundo jamais esquecerá das guerras mundiais, onde o arbítrio substituía as regras do direito, sobrevindo a dor como resposta aos desatinos de tipos insanos como Adolf Hitler e assemelhados, espalhando a tristeza e amargura aos inocentes, trocando o lugar dos sonhos pela amargura e mais amargura.

A imagem acima é o retrato das violações dos direito com profundas consequências no comportamento da sociedade. No momento, o Brasil vive fase crucial, com a tentativa de colocar o direito em benefício de agentes que já foram julgados, pagando pela imoralidade dos seus deslizes.

O Superior Tribunal Federal por maioria estabeleceu que ação condenatória de primeira instancia, resulta em prisão no caso de julgamento em segunda instância .

Onde o direito está sendo aviltado para atender a interessados ? Em sessão histórica em atendimento à população com grande abaixo assinado com milhões de assinaturas, o STF decidiu, por seis votos a cinco, tornar o dispositivo em lei, para punir severamente os que zombam do povo e das leis. A questão visa a beneficiar o ex-presidente Lula que, julgado por atos lesivos ao país, foi condenado a mais de 12 anos e se apega aos diversos recursos para provar inocência, e ser novamente, candidato ao governo, convicto de que terá votos dos mais de 40 milhões de beneficiados do Bolsa Familia, programa com só uma porta de saída, sendo pesado ao tesouro, É a prova do subdesenvolvimento do país, que tem tudo para olhar para acima, mas teima em não buscar melhores caminhos.

Agora querem nova redação e recolocar a matéria na ordem do dia, em novo julgamento. Visam, assim, a deturpar o direito como norma moral. A presidente do órgão, Ministra Carmen Lúcia, agiu prontamente, afirmando que a ideia de nova sessão concorreria para apequenar o Tribunal, símbolo da ordem e da justiça.

Pautado novamente será uma ducha fria na esperança do povo que, de acordo com Rui Barbosa, “ de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonha, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, rir-se da honra a ter vergonha de ser honesto”.

O pecado do Brasil é ser um país continente e pela imensidão os erros de governantes vingam por falta de apuração vigilante, perdendo-se. O Ministro que trocar o voto, em outra siuação corria o risco de ser apagado da vida pública, o que não ocorre, porque, em breve, poderá estar em nova missão, ou mesmo, aposentado com vencimentos digno de um grande MINISTRO.

 
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