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O governo Bolsonaro em 19 dias

Os sem nenhum amor pelo Brasil continuam agindo com a mágoa no peito porque, impotentes, não levaram avante o desejo de tornar a Nação como seu condomínio, na visão esquerdista.

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Ulisses Laurindo – Jornalista
Articulista

Decorridos apenas 19 dias do governo do presidente Jair Bolsonaro, as forças contrárias ao desejo de um Brasil feliz começam a mostrar as garras que podem levar o país à convulsão social, parecido a um barril pólvora, atingindo todos os estados, sem considerar o extremo estrago na vida da população que, indefesa, confiou a um governo a solução de seus problemas com a promessa de acabar com desmandos de uma gestão populista que arrastou a todos para uma crise sem paralelo.

Os sem nenhum amor pelo Brasil continuam agindo com a mágoa no peito porque, impotentes, não levaram avante o desejo de tornar a Nação como seu condomínio, na visão esquerdista.

O escritor Celso Traco, em artigo no Diário do Amapá, sob o título “Sejamos nós, os salvadores da Pátria”, na última quinta-feira, escreveu “que um ciclo político está se iniciando em nosso país. Acreditemos que vai dar certo para o bem e felicidade geral da Nação. Esperanças se renovam e o otimismo com o futuro reaparece. Mas sabemos que nem tudo será resolvido por este novo governo, por melhor que ele seja”.

Este é o pensamento de todo cidadão sensato, que confia na promessa para tirar o Brasil do buraco que muitos insensatos e corruptos o colocaram.
No momento em que louvamos novas esperanças, em poucos dias surge, no país, grande onda de violência desabonando a receita de felicidade esperada pelo governo instalado.

É o caso de se perguntar, e perguntar não ofende: Os distúrbios no Ceará, Rio de Janeiro, no Amazonas e, em geral, em todos os estados do país, decorrem em defesa da liberdade e do direito na melhor qualidade de vida? Duvida-se.

No mesmo artigo, Celso Traco define que o entulho administrativo da máquina pública, a ineficiência do sistema fiscal (conduzido por desonesto), o descalabro da corrupção, a desigualdade de renda e a precariedade da saúde e das escolas são um preço muito alto cobrado da população.

Repetimos que, por melhor que seja o governo atual em sua plataforma para colocar o país como grande Nação, terá que passar por cima de privilégio que, negado, revolta os que perdem benefícios, e para chegar a uma guerra é apenas um pulo.

As mudanças propostas por Bolsonaro são coerentes, e as reações, por alguns aspectos, até válidas. É o caso da revolta no Ceará. Cabe ainda pela exatidão da notícia de que a rebelião foi reação dos presidiários às revoltantes condições do presídio, não apenas em Fortaleza, com lotação com excesso superior a mil por cento.

De qualquer forma, o bombardeio sobre Bolsonaro e a perspectiva de que muitos ainda virão na busca de boas medidas em benefício do povo. Os anos de sombra do país, quando a desordem tinha lugar destacado, deixa o novo governante numa corda bamba.

A solução é se sustentar para não cair, porque é grande a lista de interessados em manter o que sempre teve sem nada de bom produzir para o país. Até hoje são apenas 19 dias dos 1.460 que ainda lhe restam para governar o país, e o caso é não esmorecer em momento algum. Como já me manifestei em outro momento, o governo terá que usar mão de ferro para conter os desafios que terá pela frente, depois de receber grande herança maldita.

 
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