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Oposição feroz aguarda Bolsonaro

O novo governo é teste que precisa apresentar resultados positivos para benefício de todos, e não lamentarmos, outra vez, décadas perdidas.

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Ulisses Laurindo – Articulista

Para quem não quer parecer diferente, torna-se tarefa difícil se posicionar sobre o divergente panorama político atual do Brasil, porque as opiniões correm o risco de contrariar grupos acostumados a pensarem o Brasil navegando longe do seu potencial, igualando-se, por isso, a parceiros do Terceiro Mundo, quando sua biodiversidade é respeitada no planeta, mas desconhecida pelos próprios brasileiros, os quais teriam a obrigação de ser os primeiros a bater no peito, admitindo sua grandeza.
O ponto básico da questão se resume na patente oposição ao futuro governo de Jair Bolsonaro, igual ao destino das ilhas, cercado de combatentes por todos os lados. A visão dos opositores não é como seria desejável em pontos comuns, buscando boas soluções.
A prática, vista de forma pessoal, e de modo geral vinculada às esquerdas para resguardar futuro político, cujo visor pelo menos parece, é a busca de alicerce à igualdade social, não tendo, todavia, esquecido de reconhecer países do tipo Venezuela, Cuba e tantos outros que abafam as oposições e, até mesmo, a democracia.
O presidente Jair Bolsonaro representa atualmente uma força negativa que o Brasil precisava para se libertar ante o descaminho que hoje vive grande parte da população, temendo a violência e, pior, com mínimas chances de progredir através da força do trabalho carente no país.
A propalada ameaça de Jair Bolsonaro de decidir tudo no âmbito da força cedeu lugar, nas primeiras ações, a um jogo liberal, apenas denunciando tudo o que é contrário aos interesses do país, como o fez no caso do Programa Mais Médicos, de Cuba, com resultados negativos aos interesses do país.
É certo que o Brasil viveu fase irregular nos últimos 20 anos com desgaste no aspecto físico e, sobretudo, na ética e no moral, como permanece vivo nas memórias face aos múltiplos escândalos financeiros, culminando com a Lava Jato, responsável por apontar nódoas em autoridades do peso de governadores, ministros e até mesmo do Presidente, presos por corrupção.
Não passa pela mente de pessoas que sejam racionais desejarem que o país continue causando infortúnio ao seu povo. Foi normal o Presidente anunciar seus auxiliares diretos, medidas incontinênti rebatidas incontinente de viés protecionista e pouco ou nenhum grau de efetividade.
Então, ameaçar combater a quem nem começou governar, julgando suas decisões, é nítido o desejo pessoal, longe de oposição construtiva e identificada como vício.
Existem lembranças que devem ser ventiladas para apontar a sina comum de parte dos políticos brasileiros, habitualmente contra a tudo que contrarie o interesse pessoal, sem ter a nobreza de avaliar o atraso nos índices gerais do país.

 
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