Cidades

Ações de combate ao Aedes atinge 70% no Amapá

Dia ‘D’


O “Dia D” de mobilização contra o mosquito Aedes aegypti, realizado em todo o Estado, contou com a participação de mais de mil de pessoas nos 16 municípios do Amapá. O objetivo da ação foi identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, além de orientar e conscientizar a população para os cuidados que devem ser tomados para evitar o surgimento do vetor. No bairro Santa Inês, na capital, mais de mil imóveis foram vistoriados e, em mais de 12% foram encontrados focos do Aedes.

O mutirão aconteceu simultaneamente em todas as cidades amapaenses e é mais uma etapa do Governo do Amapá para alcançar a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde de ações de mobilização e combate ao mosquito em todo o país. “A Sala de Situação tem surtido efeito para nossos trabalhos. Se contabilizarmos tudo o que vem sendo feito pelos 16 municípios, nós chegamos a 70% da meta estabelecida pela Sala Nacional do Ministério da Saúde”, disse a secretária de Estado da Saúde, Renilda Costa.

Em Macapá, cerca de 1.500 pessoas participaram, entre servidores públicos – civis e militares – e voluntários, que foram capacitados pela Prefeitura para o trabalho de campo. Divididos em aproximadamente 40 grupos, formados por agentes de endemias, bombeiros, integrantes da Defesa Civil e voluntários, fizeram uma varredura nos 40 quarteirões do bairro Santa Inês.

“Essa união de esforços é justamente para evitarmos que aconteça alguma coisa por conta desse transmissor”, assegurou o coronel do Corpo de Bombeiros Wagner Coelho.

Os órgãos públicos como Governo do Estado, Prefeitura de Macapá, Ministério Público Estadual, Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, além da população que se voluntariou para o combate ao Aedes, se empenharam na conscientização e no trabalho em campo. “Nós temos aqui deputados que colocaram a mão na massa, secretários que estão analisando as casas juntamente com os moradores e tudo isso mostra o espírito de união em prol da saúde de todos”, resumiu Renilda Costa.

Ao todo, 1.145 imóveis foram vistoriados e em 146 foram encontrados focos do mosquito, o que representa 12,75% e reforça a necessidade da participação dos moradores no combate ao Aedes. Em 63 imóveis, os agentes de endemias tiveram que realizar algum tratamento para combater as larvas ou pupa, a última fase antes de o mosquito virar adulto. Mas, apesar da grande quantidade de pessoas envolvidas e da importância da ação, em 24 casas, as equipes foram impedidas de entrar e 257 estavam fechadas.


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