Amapá está na mira de investidores estrangeiros, diz Pitaluga
Reativação da mineração, ferrovias e óleo e gás impulsionam economia e atraem capital internacional

Douglas Lima
Editor
Em entrevista ao programa Ponto de Encontro (Diário FM 90,9) desta terça-feira, 14, o presidente da Agência de Desenvolvimento do Amapá, Wandenberg Pitaluga Filho, destacou, entre outros pontos de interesse de sua pasta, que o estado vive uma era de “destravamentos” econômicos e que, entre outros desdobramentos, atrai o investimento estrangeiro.
Segundo Pitaluga, o Amapá vive um ciclo de desenvolvimento que pode ser visto dentro e fora do Brasil. “Dá orgulho de ver, são várias matrizes ao mesmo tempo. A Agência faz um trabalho na reestruturação de políticas de atração de investimentos. Um projeto que remete à continuidade e à construção do que está por vir”, afirmou.
Ao falar de setores em destaque, Wandenberg previu que a retomada da mineração nos municípios de Pedra Branca e Serra do Navio empregará mais de mil pessoas e que as atividades devem começar a partir de setembro.
“Não tem nada travado na mineração. Estamos conduzindo um licenciamento ambiental junto à Sema. A Agência entende a complexidade e estamos lidando de forma profissional e séria, dentro da legalidade”, afirmou Pitaluga.
Durante a entrevista, Wandenberg lembrou que houve o acordo de compensação ambiental para Pedra Branca, quando R$ 10 milhões foram pagos ao município para que a operação de mineração fosse reativada. Além disso, falou da importância das ferrovias para o transporte dos minérios.
“Os investimentos em ferrovias são bilionários; estive em Londres conversando com investidores interessados. Eles sabem da realidade do Amapá e nos procuram para negócios”, disse.
Outras atividades que trarão retorno financeiro ao estado, citadas pelo presidente da Agência, foram: agronegócio, sociobioeconomia, manejo florestal sustentável, instalação da primeira fábrica de cimento e o setor de óleo e gás.
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