BR Terras apresenta novo empreendimento imobiliário durante a Expofeira
A área total do empreendimento é de 29 mil metros quadrados, localizado no meio do mundo

Com a proposta de construir um complexo urbano no meio do mundo, a BR Terras apresenta ao público as diretrizes iniciais do Masterplan Meio do Mundo, projeto imobiliário em desenvolvimento para Macapá.
“Estamos planejando algo que seja um complexo urbano, em vez de um condomínio, onde tenha de tudo para viver, morar e trabalhar. Vai ter hotel, locais de compras, serviços, gastronomia, salas comerciais, estúdios e residências”, detalhou Angela Nerly Pereira, diretora executiva da BR Terras.
O Masterplan encontra-se em fase de estudos, desenvolvimento e estruturação de parcerias, e sua implantação deverá ocorrer de forma gradual, de acordo com a evolução dos projetos, aprovações e condições de mercado.
Nas estimativas preliminares, a primeira fase poderá alcançar VGV da ordem de R$ 220 milhões. Considerando o desenvolvimento integral da área e suas diferentes etapas, o potencial de VGV do masterplan poderá superar R$ 1 bilhão.
PRIMEIRA FASE – DIRETRIZES EM ESTUDO
A configuração atualmente estudada para a primeira etapa contempla:
* aproximadamente 140 unidades hoteleiras;
* aproximadamente 144 salas comerciais;
* aproximadamente 144 studios;
* academia;
* gastronomia, comércio e serviços;
* espaço para eventos;
* áreas integradas de convivência, negócios e hospedagem.
Os quantitativos e valores apresentados são estimativas preliminares, podendo sofrer alterações durante o desenvolvimento dos projetos arquitetônicos, estudos de viabilidade, aprovações e definição das parcerias para cada operação.
A apresentação do Masterplan Meio do Mundo durante a Expofeira também demonstra o potencial do evento como plataforma de aproximação entre iniciativa privada, investidores e oportunidades capazes de contribuir para o desenvolvimento econômico e urbano do Amapá.
“Vem para fortalecer nossa economia local, principalmente o segmento imobiliário. Houve já um primeiro passo que foi a aquisição do terreno, onde os investidores pretendem implantar esse grande complexo imobiliário. Nos três primeiros anos, deve gerar 400 postos de trabalho, isso inclui a nossa mão de obra local e reduz o déficit habitacional”, finalizou Jorge Rafael, diretor-presidente do Amapá Terras.
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