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CGU deve ser implacável com quem não ‘andar na linha’, diz nov

O novo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Valdir Simão, disse que é tarefa do órgão.


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O novo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Valdir Simão, disse que é tarefa do órgão ser “implacável com aqueles que não andarem na linha”. Chefe da pasta responsável pela fiscalização da administração federal, Simão defendeu melhora de gestão nas empresas públicas e repetiu discurso da presidente Dilma Rousseff, dizendo que a corrupção deve ser “extirpada”.

Valdir Simão, que é auditor de carreira da Receita Federal, substituirá Jorge Hage à frente da CGU. Hage chefiou a pasta por oito anos e era um dos remanescentes do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). “É tarefa da CGU ser implacável com aqueles que não andarem na linha. Se por um lado haverá mão que orienta, por outro, haverá mão que julga e pune com rigor os desvios. Como disse a presidenta Dilma ontem, a corrupção deve ser extirpada da sociedade. Temos que punir, sem trégua, a corrupção, que rouba o poder legítimo do povo, a corrupção que ofende e humilha os trabalhadores, os empresas e os brasileiros honestos e de bem”, afirmou Simão.

O novo ministro disse ser necessária uma “avaliação” das entidades do governo federal “quanto a seus aspectos de governança”. Simão falou em “acontecimentos recentes”, mas não citou nominalmente a Petrobras, que está no centro de um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro. “Os acontecimentos recentes comprovam a necessidade de aperfeiçoamento da gestão de riscos nos órgãos e nas empresas públicas. Como disse ontem nossa presidenta, temos que defender nossas empresas, patrimônio do povo brasileiro, de predadores e inimigos”, afirmou.

Lei Anticorrupção
Valdir Simão disse que a regulamentação da Lei Anticorrupção será concluída ainda em janeiro deste ano. A lei, que responsabiliza pessoas jurídicas por atos contra a administração pública, está em vigor.

 
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