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Macapá se torna a 62ª maior cidade brasileira no consumo de artigos para casa e decoração

Dados são do segundo levantamento feito pela ABCasa em parceria com o IEMI. Em comparação com o ano de 2018, Macapá subiu uma posição em relação ao ranking.

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Macapá (AP) é a 62ª maior cidade brasileira quando o assunto é o consumo de artigos para casa e decoração. De acordo com o mapeamento produzido pelo segundo ano consecutivo pela ABCasa (Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores) em parceria com o Instituto IEMI Inteligência de Mercado, em 2018 a cidade subiu uma posição em relação ao ranking do ano anterior, quando ocupava a 63ª posição.

O índice de participação da cidade no ranking se manteve estável: 0,20%. As classes que mais consomem são B1, com 0,28%, e B2, com 0,22% cada.

Na região Norte, Macapá fica atrás de Belém (11ª), Manaus (12ª), Porto Velho (34ª) e Ananindeua (48ª). A cidade fica à frente de Rio Branco (AC), na 70ª posição, Boavista (RR), na 76ª posição, Palmas (TO), na 88ª posição, Parauapebas (PA), na 116ª posição, Marabá (PA), na 118ª posição, e Santarém (PA), na 128ª posição.

Em 2018, as vendas do varejo no Brasil tiveram um crescimento de 16,3% em relação ao ano anterior – o setor movimentou R$ 62,9 bilhões no ano passado, contra R$ 54 bilhões em 2017.

Uma importante mudança na pesquisa foi a incorporação do setor têxtil (cama, mesa e banho). Dessa forma, foram registradas melhoras em quase todos os indicadores analisados, a começar pela produção: o ramo têxtil acrescentou R$ 11,4 bilhões ao valor total das áreas abrangidas pela ABCasa. Além disso, as vendas no varejo tiveram um incremento de R$ 18,4 bilhões, totalizando R$ 81,3 bilhões.

No ano passado, a produção de artigos para casa e decoração apresentou um crescimento de 8%, passando de aproximadamente R$ 24 bilhões para R$ 25,7 bilhões. Tal resultado foi possível graças as 20 mil unidades produtoras existentes no País. Contudo, devido à crise econômica, houve uma redução de 2,9% no número de unidades produtoras.

No entanto, o levantamento também aponta uma indicação de que o setor tem melhorado gradualmente seus níveis de produtividade e eficiência, seja pela adoção de melhorias no processo produtivo e de novas tecnologias, ou até mesmo por um aumento no valor agregado dos produtos relacionados à casa e decoração.

Em relação à cadeia de escoamento desses produtos até o consumidor final, foi registrada uma queda de 1,4% no número de atacadistas. Com a inclusão do segmento de cama, mesa e banho, o crescimento fica em 0,4%. Quanto ao número total de pontos de venda do varejo, o setor teve uma contração de 2,3%. Considerando os novos segmentos, os números crescem 7%.

No geral, a mão de obra empregada no varejo manteve-se no patamar dos 2,2 milhões de funcionários. Já o varejo não especializado teve um acréscimo de 100 mil postos de trabalho, o que representa um aumento de 6,7% entre 2017 e 2018.

No âmbito do comércio exterior, o setor teve um crescimento de 20% nas importações, passando de um volume total de US$ 1 bilhão em 2017 para US$ 1,2 bilhão em 2018. E em relação às exportações, também houve crescimento (8,1%), passando de US$ 872 milhões para US$ 943 milhões. Com a entrada do setor de casa, mesa e banho no levantamento, os acréscimos foram de US$ 200 milhões em importações e US$ 47,1 milhões em exportações.

 
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