Cidades

Mais de 750 bombeiros são mobilizados na 2ª fase da operação Amapá Verde contra incêndios florestais

Cronograma de proteção dos biomas e a segurança das comunidades durante a estiagem prevê ações até dezembro em todo o estado


 

O Corpo de Bombeiros Militar iniciou, nesta terça-feira (1), a segunda fase da Operação Amapá Verde 2026, como parte das ações do Governo do Estado no combate à queimadas. O planejamento vai até 11 de dezembro, período de estiagem, com um trabalho integrado de militares que também participam do programa federal Protetor dos Biomas. São investidos R$ 2,7 milhões com apoios em logística, equipamentos e mão de obra.

 

Essa é a 9ª edição do Amapá Verde, que conta com recursos do Fundo Amazônia. Em cada base haverá kits de combate com mochilas costais novas, sopradores BR 600 e abafadores. Também serão usados Auto Bomba Tanque Florestal (ABTF) em pontos estratégicos. As equipes serão trocadas a cada 10 dias. No auge da operação, mais de 750 militares devem atuar em bases avançadas.

 

 

Neste ciclo, as ações contemplam 61 militares distribuídos para os municípios de Mazagão, Itaubal, Porto Grande, Ferreira Gomes, Pedra Branca, Tartarugalzinho, Amapá, Calçoene, Oiapoque, Laranjal do Jari e Vitória do Jari. O objetivo é reforçar o combate a incêndios florestais em áreas com maior risco.

 

“A operação conta pela primeira vez com a utilização de o ABTF em pontos críticos dentro do estado, em regiões que têm o maior índice de focos de incêndios florestais. Além disso, teremos reforços de equipes e equipamentos em pontos críticos em determinados períodos que a estiagem é mais forte devido ao fenômeno do ‘El Niño’”, explicou o comandante da operação, capitão Leandro Dias.

 

A Operação Amapá Verde 2026 é dividida em três eixos centrais: prevenção, combate e fiscalização. Na prevenção, são realizadas campanhas educativas, reuniões comunitárias e orientação sobre o manejo correto do solo. No combate direto, equipes de bombeiros militares atuam no apagamento de incêndios florestais em áreas urbanas e rurais. Já a fiscalização combate crimes ambientais, como o desmatamento e as queimadas não autorizadas.

 


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