Cidades

MPAP abre inscrições para a 2ª edição do projeto “Navegando com as Palavras”

As inscrições seguem abertas até 30 de agosto e contemplam desde a educação infantil até o ensino médio, abrangendo tanto a rede pública quanto a privada


 

O Ministério Público do Amapá (MPAP), por meio do Centro de Apoio Operacional da Educação (CAO Educação), aproveitou a vitrine da Expofeira 2026 para convocar estudantes de todo o estado para a segunda edição do projeto “Navegando com as Palavras”.

 

Em entrevista à Rádio Diário FM 90,9 nesta segunda-feira (10), o promotor de Justiça e coordenador do CAO Educação, Iaci Pelaes, destacou que a iniciativa busca fomentar a criatividade e a expressão literária no ambiente escolar.

 

 

“É um projeto que tem por finalidade incentivar o protagonismo estudantil na área da escrita. Nós tivemos a oportunidade de lançar o projeto no ano passado, que foi um sucesso, e este ano estamos com a segunda edição”, afirmou o promotor.

 

Iaci Pelaes relembrou o sucesso da primeira edição, que resultou em uma coletânea impressa com textos inspirados na cultura e nas paisagens amapaenses.

 

 

As inscrições para o concurso literário seguem abertas até 30 de agosto e contemplam desde a educação infantil até o ensino médio, abrangendo tanto a rede pública quanto a privada. Elas podem ser feitas pelo site do MP, no portal do CAO Educação. Os alunos podem concorrer em quatro modalidades distintas: crônica, livro ilustrado, redação dissertativa-argumentativa e conto.

 

Para garantir a isenção e o rigor técnico na escolha dos vencedores, o Ministério Público renovou a parceria com a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). Professores da instituição serão os responsáveis por avaliar os trabalhos, sem a interferência direta dos promotores ou técnicos do MP.

 

 

Além do reconhecimento literário, os três primeiros colocados de cada categoria serão premiados com itens tecnológicos, como tablets, computadores e celulares.

 

O promotor destaca que, além dos prêmios, o maior legado é a publicação da obra: “Este ano temos certeza de que o livro vai ficar mais bonito ainda. A capa é uma forma de prestigiarmos a nossa Amazônia amapaense, usando a estética dos abridores de letras dos barcos”, finalizou.

 

 


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