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Prefeitura recebe 1ª etapa do projeto de revitalização da Ponte Sérgio Arruda

Professores e alunos da Universidade Federal do Amapá (Unifap) são os responsáveis pela execução do projeto.


A Ponte Sérgio Arruda é o principal acesso do centro à zona norte da capital. Nesta quinta-feira (23), alunos e professores da Universidade Federal do Amapá (Unifap) entregaram à Prefeitura de Macapá, a primeira etapa do projeto que prevê a mobilidade e requalificação de vias urbanas ligadas à ponte.

A iniciativa é resultado do convênio entre Prefeitura e a Unifap, assinado em agosto de 2021, que garantiu o investimento de R$ 400 mil do Tesouro Municipal. Por meio do termo de cooperação, a universidade assumiu o desenvolvimento do projeto arquitetônico, estrutural e urbanístico da área em parceria com técnicos do Município e do Programa Calha Norte, do Ministério da Defesa.

“O projeto traz a revitalização necessária para mobilidade urbana da nossa cidade e quem ganha com isso é a população. Sabemos que ele foi construído por profissionais de excelência e estamos satisfeitos com a parceria firmada com a Unifap”, ressalta o secretário municipal de Obras e Infraestrutura Urbana, Cássio Cruz.

A revitalização inclui cinco faixas de rolamento, sendo uma exclusiva para transporte coletivo e construção de ciclofaixa. Além disso, também será feito calçamento para pedestres e urbanização do entorno. O recurso para as obras desta primeira etapa vem de emenda parlamentar do deputado federal, Vinicius Gurgel, no valor de R$ 10 milhões.

O projeto foi entregue durante cerimônia de inauguração do prédio de laboratórios do curso de engenharia civil da Unifap. Na ocasião, também foi assinado o contrato para construção da segunda etapa que requalificará a área do Canal do Jandiá, consistindo na elevação do nível da ponte de retorno, que evitará o alagamento da via que ocorre quando a maré está alta. O projeto também contemplará a construção da ponte que interliga os bairros Pantanal e Pacoval.

O trabalho é desenvolvida pelo curso de engenharia civil e arquitetura e fomenta a pesquisa, dar visibilidade à universidade, permite experiência profissional e gera renda entre os acadêmicos. “Sabemos que a estrutura da ponte já se tornou um problema social, considerando que ela é a principal via de acesso para pessoas que moram na zona norte. Após muito estudo, além de muito empenho, chegamos a um produto final que vai beneficiar 120 mil pessoas”, ressalta Regis Brito Nunes, professor e coordenador do curso de Engenharia Civil da Unifap.


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