Cidades

Sesa quer fixar ortopedistas no Amapá após Residência Médica

Nas áreas de cirurgia geral, clínica médica, ginecologia e obstetrícia e pediatria também tiveram inscritos na Residência. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e a Comissão de Residência Médica (Coreme) da Universidade Federal do Amapá (Unifap).


A primeira turma de Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia do Amapá foi apresentada ontem, durante encontro realizado na sede do Conselho Regional de Medicina do Amapá (CRM/AP). Ao todo três médicos estão inscritos para a especialização com duração de três anos.

Nas áreas de cirurgia geral, clínica médica, ginecologia e obstetrícia e pediatria também tiveram inscritos na Residência. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e a Comissão de Residência Médica (Coreme) da Universidade Federal do Amapá (Unifap).

A residência em ortopedia e traumatologia é um marco para o Estado por se tratar de uma das áreas com maior carência de atuação. “Se conseguirmos fixar dois dos três residentes na rede, estaremos aumentando em torno de 20% o quantitativo de médicos nesta área, o que contribui diretamente para a assistência prestada à população”, destacou a secretária de Estado da Saúde, Renilda Costa.

 Residentes

O programa de Residência Médica tem hoje seis residentes em Cirurgia Geral, dois em Clínica Médica, três para Ginecologia/Obstetrícia, seis em Pediatria e três para ortopedia e traumatologia. Ao todo 20 médicos desenvolverão, a partir de agora, aulas práticas e intensivas nas unidades hospitalares do Estado. “O cenário de prática acontece nos hospitais da Sesa e só temos a agradecer pela incentiva”, ressaltou o coordenador geral do Coreme, Olavo Magalhães Picanço Júnior.

Desde o início da Residência Médica no Amapá, em 2003, 120 profissionais foram formados, cerca de 50% deles permaneceram no exercício de suas atividades no Estado. Para o médico generalista Demian Athanazio, que reside em Macapá há dez anos e ocupa uma das vagas na Residência em ortopedia, a expectativa é muito grande. “Eu já estava me programando para realizar a Residência fora do Estado, quando tive a notícia de que iria abrir o programa de residência em ortopedia, o que me fez mudar de planos”, ressaltou.

Segundo a Coreme, já existe a intenção de solicitar à Comissão Nacional de Residência Médica a abertura de novos programas, como de infectologia e nefrologia para os próximos anos.


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