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CNMP aprova relatório sobre inspeção na corregedoria do MP Amapá

Entre os dias 30 de novembro e 5 de dezembro de 2015, uma equipe do CNMP inspecionou a Corregedoria-Geral do Ministério Público, momento em que coletou os dados que resultaram na elaboração do relatório conclusivo, aprovado na 3ª Sessão Ordinária de 2016, do CNMP.


Em decisão unanime, o Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou o relatório da Corregedoria Nacional sobre a inspeção realizada no final do ano passado na Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP). O relator foi o conselheiro Cláudio Henrique Portela do Rego foto).

Entre os dias 30 de novembro e 5 de dezembro de 2015, uma equipe do CNMP inspecionou a Corregedoria-Geral do Ministério Público, momento em que coletou os dados que resultaram na elaboração do relatório conclusivo, aprovado na 3ª Sessão Ordinária de 2016, do CNMP.

O procurador de Justiça Jair Quintas, corregedor-geral do Ministério Público do Amapá, que estava no plenário do CNMP no dia da votação, falou sobre as observações apontadas no relatório de inspeção, feitas pelo Conselho Nacional, destacando que o resultado foi satisfatório, em seu aspecto administrativo, estrutura física e atividade-fim da Corregedoria-Geral.

O relatório apontou, ainda, o fato de que a Corregedoria Nacional, em suas considerações finais, ressaltou a total colaboração da Procuradoria-Geral de Justiça e da Corregedoria-Geral do Ministério Público do Amapá para o bom êxito das atividades correcionais, e consignou que todos os membros, servidores e colaboradores se dispuseram em fornecer as informações solicitadas e os meios materiais necessários ao bom desenvolvimento dos serviços, sem qualquer objeção ou resistência, o que na visão do Conselho Nacional do Ministério Público demonstra a disposição deste Órgão em enfrentar novos desafios e aperfeiçoar os processos internos.

“O resultado da inspeção nos deixa satisfeito, porque mostra que a Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado do Amapá tem desempenhado bem a sua missão institucional, com raras reservas a serem observadas, e que estamos no caminho certo”, avalia Jair Quintas.


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