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Professores aceitam reajuste de 15% de regência de classe

Segundo o secretário de Estado do Planejamento, Antônio Teles, a Educação tem sido priorizada


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Os professores do estado aceitaram a proposta do governo do Amapá de reajuste de 15% de Regência de Classe aos profissionais que estão em sala de aula, extensivo aos pedagogos e auxiliares educacionais.

Entretanto, o Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (Sinsepeap) levou algumas ressalvas e reivindicações da categoria, durante a terceira rodada de negociação da Agenda do Servidor, realizada na Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan). De acordo com fontes do Palácio do Setentrião, o Governo do Estado vai avaliar as ponderações e uma nova reunião foi agendada para o dia 4 de maio.

O Sinsepeap alega que os professores ainda aguardam do governo um posicionamento sobre o reajuste linear e a reposição da perda do piso salarial dos últimos quatro anos, que pode chegar a 40%, além do corte da tabela. As propostas foram aprovadas, com ressalvas, pela categoria em uma assembleia realizada no último sábado.

O Sindicato descarta qualquer possibilidade de paralisação da categoria, uma vez que as negociações estão avançadas. Além do reajuste de regência, o governo ofereceu o pagamento de 3% da progressão funcional, que será implementada em julho de 2015, com retroativo de fevereiro a junho, pago no período de agosto a dezembro de 2015. O Estado também atendeu à solicitação do repasse dos descontos previdenciários dos servidores para os cofres da Amapá Previdência e anistia às faltas dos servidores, referentes a greve de 2012.

De acordo com o secretário de Estado do Planejamento, Antônio Teles, a Educação tem sido tratada de forma diferenciada pelo governo por dois motivos: a classe foi muito desrespeitada na gestão passada e o Estado encontrou um problema gerencial grave na Educação. “Vamos avançar nesse diálogo. A agenda é permanente e nossa proposta é chegar ao melhor entendimento com a categoria, além oferecer melhores condições de educação para a sociedade como um todo”, prometeu.

 
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