Pena e Pergaminho transforma poesia em espetáculo na programação da Pré-Folia do Amapá
Coletivo de artes integradas apresenta recital que une performance, oralidade e literatura em experiência intimista nesta quinta-feira, 23

A palavra ganha corpo, voz e movimento na apresentação do Coletivo de Artes Integradas Pena e Pergaminho, uma das atrações da programação da Pré-Folia Internacional do Amapá, nesta quinta-feira, 23, a partir das 17h, no Parque Residência, centro de Macapá.
Com uma proposta cênica intimista e metalinguística, o grupo convida o público a vivenciar a poesia para além da leitura, transformando o fazer poético em uma experiência sensorial e de aproximação com a literatura.
O recital reúne os artistas Mary Paes, Tiago Quingosta, Genniffer Moreira, Raíssa Stèphanie e Lorrana Maciel, que compartilham textos autorais e interpretações marcadas pela força da oralidade, da performance e da expressão artística. A apresentação reafirma o compromisso do coletivo com a valorização da produção literária amapaense e com a democratização do acesso à arte.
Inserido na programação da Pré-Folia, o espetáculo integra uma iniciativa voltada ao fortalecimento da comunidade literária do estado, promovendo o encontro entre escritores, leitores, clubes de leitura e o público em geral. Além do recital, a programação contará com feira de livros de autores locais e outras atividades de incentivo à leitura e à difusão cultural.
A Pré-Folia Internacional do Amapá é uma ação conjunta da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-AP) e Secretaria Estadual de Educação (Seed), realizada pela OCA Produções.
Segundo o poeta e fundador do Pena e Pergaminho, Tiago Quingosta, o coletivo acredita na poesia como uma linguagem capaz de criar conexões e ampliar o diálogo com a sociedade.
“Nossa proposta é mostrar que a poesia não está restrita às páginas dos livros. Ela ganha novos significados quando encontra a voz, o corpo e o olhar do artista, criando uma experiência de troca com o público. Participar da Pré-Folia é celebrar a literatura como parte viva da cultura amapaense”.
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