Polícia

Denúncia anônima derruba ponto de tráfico e duas mulheres são presas

Com uma delas foram localizadas 45 porções de crack, 12 porções de maconha, R$ 120 em notas trocadas e um celular; com outra, 19 porções de cocaína e um telefone


 

 

Elen Costa
Da Redação

 

Uma denúncia anônima levou os policiais da Companhia Independente de Patrulhamento Tático em Motocicletas, a Patamo, que reforçam o policiamento na capital através da Operação Protetor/Fronteira, a fechar uma boca de fumo que funcionava dia e noite no bairro Novo Horizonte, zona norte de Macapá. A ação rápida resultou na prisão em flagrante de duas mulheres, apreensão de três tipos de drogas, dinheiro e celulares. Uma das criminosas já usava tornozeleira eletrônica e havia sido presa pelo mesmo crime há menos de um mês.

 

De acordo com relatório, a equipe realizava patrulhamento tático nas proximidades da praça do bairro quando foi abordada por um morador. Cansado do movimento ilícito na região, o popular delatou o endereço exato do crime: uma residência azul de dois pavimentos localizada na avenida Geribá de Almeida Costa.

Ao cercar o local, os militares avistaram as suspeitas na varanda do segundo andar. Desesperada com a chegada da viatura, uma delas arremessou uma embalagem plástica para o terreno baldio ao lado. Os agentes fizeram a averiguação imediata do pacote e constataram que se tratava de cocaína pura.

 

A proprietária do imóvel permitiu a entrada da guarnição. Durante as buscas pessoais e domiciliar, a equipe encontrou um verdadeiro cardápio do tráfico de entorpecentes. Com uma delas foram localizadas 45 porções de crack, 12 porções de maconha, R$ 120 em notas trocadas e um celular. Com a outra, 19 porções de cocaína e um telefone.

 

Encurraladas pelas evidências, ambas abriram o jogo. Elas confessaram que a residência funcionava como ponto de venda e alegaram que estavam apenas comercializando o material para criminosos conhecidos da área.

 

O caso que mais chamou a atenção dos policiais foi o histórico de uma das infratoras. Ela usava uma tornozeleira eletrônica ativa e havia sido presa exatamente por tráfico de drogas no mês anterior. Menos de 30 dias após receber a liberdade provisória com monitoramento, ela voltou a ser flagrada na mesma prática criminosa.

 

Sem oferecer resistência, as duas receberam voz de prisão e foram conduzidas, sem a necessidade do uso de algemas, em condições normais de saúde. O caso foi registrado no Ciosp do Pacoval, onde a autoridade policial de plantão lavrou a prisão em flagrante e as encaminhou para a audiência de custódia.

 

 


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