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Empresário que faz agiotagem é investigado pela PF

Os policiais deram cumprimento a um mandado de busca e apreensão na residência do investigado no bairro Universidade, na capital amapaense.


Na manhã desta segunda-feira (20), a Polícia Federal no Amapá deflagrou a Operação Aggio*, para reunir elementos que reforcem a possibilidade de ocorrência de crime e, ao mesmo tempo, identificar toda a estrutura existente que permite enriquecimento indevido por meio da agiotagem e lavagem de dinheiro.

Os policiais deram cumprimento ao mandado de busca e apreensão na residência do investigado no bairro Universidade, na capital amapaense. A operação desta manhã é decorrente da Operação Confidere, cuja investigação apurou fraude na entrega de merenda escolar em Porto Grande/AP.

Investigações apontam que um alvo da Operação Confidere se relacionava com um empresário de Macapá que, a título de agiotagem, supostamente emprestaria dinheiro cobrando juros, repassando os valores em espécie e recebendo as dívidas em contas alheias, o que configura crime de lavagem de dinheiro.

Os crimes investigados são os de Lavagem de dinheiro, Agiotagem e Associação Criminosa. Somadas, as penas podem levar o investigado a cumprir até 15 anos de reclusão.

O nome da operação, Aggio, significa vantagem, lucro, o que bem ilustra o crime de agiotagem e lavagem de dinheiro.

Informações e fotos: PF/AP


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