Polícia

Intervenção do Bope termina com dois faccionados mortos e três presos em Oiapoque

Companhia de Operações Especiais (COE) fazia o patrulhamento no Centro de Oiapoque quando recebeu a denúncia. Criminosos atiraram contra as equipes e acabaram alvejados no revide.

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Elden Carlos e Jair Zemberg
Da Redação

 

 

Uma intervenção da Companhia de Operações Especiais (COE) na madrugada de sexta-feira (05) em uma boca de fumo localizada na rua Rui Barbosa, Centro de Oiapoque, distante 590 quilômetros de Macapá, resultou na morte de dois faccionados e prisão de três suspeitos de envolvimento com o crime organizado na região de fronteira.

 

O Batalhão de Operações Especiais (Bope) está presente no município diante de um planejamento estratégico. Segundo a Divisão de Relações Públicas do Bope, por volta de 3h da madrugada as equipes receberam uma denúncia de que no local indicado estaria havendo a mercancia de drogas e presença de pessoas armadas que faziam a segurança da área.

 

Os policiais seguiram para o endereço e já na aproximação perceberam a debandada do grupo. Alguns fugiram e outros se homiziaram em uma residência. Durante o cerco, uma das equipes foi atacada no quintal do imóvel por dois criminosos. Houve troca de tiros e eles acabaram alvejados. O socorro médico foi acionado e constatou os óbitos.

 

 

 

Eles foram identificados como Alecsan Moreira Batista, de 28 anos, e Rossiane Flexa Andrade, de 22 anos, a ‘Damazinha’, que estava foragida da justiça e respondia por roubo e tráfico de drogas. Alecsan também já havia sido preso pelos mesmos crimes.

 

No interior do imóvel foram presos Vergina Moreira, 45 anos; Naiane Cristina Moreira, 23 anos, e Samuel Rocha da Silva, de 24 anos. Durante a intervenção a polícia apreendeu armas de fogo e drogas. O entorpecente foi localizado com auxílio de um cão farejador do canil do Bope.

O material apreendido e os presos foram levados para o Centro Integrado em Operações de Segurança Pública (Ciosp) Oiapoque. Os corpos dos faccionados foram removidos pela Polícia Técnico-Científica (Politec) para serem necropsiados.

Imagens: Divulgação/DRPI/Bope

 
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