Advogada de Roberto Góes diz que condenação imposta pelo TJAP ao deputado não encerra processo
Roberto foi condenado esta semana em julgamento resultante da operação Mãos Limpas, deflagrada em 2010

A defesa do deputado estadual Roberto Góes (União Brasil) se manifestou acerca da condenação imposta esta semana ao parlamentar pelo Tribunal de Justiça do Amapá, como resultado de julgamento de processo da Operação Mãos Limpas, deflagrada em 2010. À época, a operação, deflagrada por ordem do então ministro João Otávio de Noronha, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) prendeu diversas autoridades do estado, incluindo governador e ex-governador.
Roberto foi condenado a cinco anos e nove meses em regime semiaberto, além da perda do mandato e da inelegibilidade pelo tempo que durar a condenação. A acusação foi de um desvio de R$ 3,5 milhões em convênio firmado pela prefeitura na gestão de Roberto como prefeito de Macapá. A relatora foi a desembargadora Alaíde Maria de Paula, e o placar pela condenação foi de 4×3.
A advogada Glaucia Oliveira, responsável pela defesa do deputado Roberto Góes, emitiu nota para tranquilizar a população amapaense, seus familiares, amigos e apoiadores diante das notícias sobre o julgamento realizado pelo Tribunal de Justiça do Amapá.
Ela esclarece que a decisão do Pleno é passível de recurso, que o pedido de reconhecimento da prescrição foi rejeitado durante a sessão, e a defesa apresentará o recurso cabível para buscar a revisão da decisão, inclusive quanto a esse ponto.
Glaucia deixa claro que Roberto Góes permanece no exercício de seu mandato e mantendo seus compromissos com o Amapá.
A advogada finalizou afirmando que a defesa está acompanhando o caso e que adotará as medidas jurídicas necessárias, com responsabilidade, serenidade e confiança na Justiça.
Deixe seu comentário
Publicidade

