Política

Alap e Promotoria definem ações conjuntas em defesa da mulher

Ações conjuntas serão realizadas para assegurar os direitos das mulheres no Amapá e o enfrentamento à violência doméstica e outras formas de agressões.

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A coordenadora da Frente Parlamentar de Combate à Violência Doméstica e Redução de Feminicídio da Alap, deputada Cristina Almeida (PSB), reuniu na terça-feira (23) com a promotora de justiça de Defesa da Mulher, Alessandra Moro de Carvalho, para unir forças em prol de ações conjuntas em defesa dos direitos da mulher.

A primeira ação desta parceria será o uso do tempo regimental total do Grande Expediente da Assembleia Legislativa do Amapá, no dia 30 de abril, data em que se comemora o Dia Nacional da Mulher, em alusão à líder do movimento feminista no país e fundadora do Movimento Bandeirante, Jerônima Mesquita. Na ocasião, a Promotoria da Mulher divulgará o Relatório Estatístico de Violência Doméstica dos Casos Cadastrados pelo MP no município de Macapá.

A Promotoria de Defesa da Mulher atua no enfrentamento à violência doméstica e tem a responsabilidade de mapear essa violência em Macapá.

Segundo Alessandra Moro, os dados são retirados dos inquéritos policiais e processos judiciais e encaminhados à Promotoria da Mulher de Macapá. Através destes, é extraído o mapeamento dessa violência para a implementação de políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher em Macapá.

“Precisamos de ações concretas, com políticas públicas que unam esforços para elaborar projetos eficazes no combate à violência doméstica contra a mulher”, defendeu a promotora.

Cristina elogiou o desempenho da Promotoria da Mulher no município de Macapá e explicou seu trabalho parlamentar com a campanha “Educar Para Combater o Feminicídio”, que hoje tem um alcançe maior através da Frente Parlamentar, com parte da bancada feminina da Alap, que terá duração de 4 anos e tem o objetivo de fazer ampla discussão e percorrer todas as esferas do âmbito público e privado.

“Esta Sessão também será uma oportunidade para reestruturar e fortalecer as redes de atendimento à mulher”, destacou a parlamentar.

 
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