Política

Furlan afirma que Macapá receberá 10 mil doses da CoronaVac, via judicial

Decisão favorável do juiz federal João Bosco Soares, ao Município de Macapá, garantiu que Ministério da Saúde destine 10 mil doses do imunizante para atender a capital amapaense.

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Foto Arquivo: Joelson Palheta/DA

Lana Caroline
Da Redação

 

O prefeito de Macapá, Antônio Furlan, afirmou durante entrevista na manhã desta terça-feira (11), ao programa radiofônico LuizMeloEntrevista (Diário 90,9 FM), que o município tem apenas 1,3 mil doses de vacina CoronaVac para completar o esquema vacinal de idosos que precisam tomar a segunda dose do imunizante. Segundo ele, o número é muito menor do que a quantidade de pessoas que precisam da segunda dose da vacina.

“Isso é um número infinitamente menor do que o percentual de pessoas que precisam tomar a segunda dose. Isso é em decorrência daquele posicionamento do Ministério da Saúde, de 21 de março, que autorizou o uso de segundas doses como primeiras, e também da falta do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo).”

O prefeito ainda afirmou que na noite de segunda-feira (10), em conversa com o titular da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), do Ministério da Saúde, Dr. Arnaldo Correia, foi deliberada a conquista judicial, na qual serão enviadas 10 mil doses de vacina da CoronaVac para cumprimento do esquema vacinal dos macapaenses.

“Quando percebemos que as doses não chegariam, nós judicializamos o protocolo. Através de uma decisão do juiz federal João Bosco, tivemos a decisão favorável para que o Ministério da Saúde entregasse as 10 mil doses, que é o quantitativo que temos para zerar e regularizar a segunda dose de pessoas que ainda não receberam e que estão com seu esquema vacinal atrasado”, garantiu.

A prefeitura aguarda o aval do departamento de logística do Ministério da Saúde para confirmar a data da chegada dos imunizantes ao município.

O prefeito pediu para que a população tenha calma em relação a falta de vacinas CoronaVac. Ele lembrou que o problema não é municipal ou estadual, mas, sim, nacional. “Então, queria pedir à população que entenda que não é um problema da prefeitura, é um problema nacional. Não tem o insumo farmacêutico e a população tem sofrido com isso. As pessoas também precisam entender que os profissionais da saúde também não têm culpa, eles apenas estão cumprindo seu papel”, afirmou o Furlan.

 
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