Política

Políticas públicas e novo ambiente de investimentos favorecem o crescimento da indústria no Amapá

Levantamento é baseado nos Dados do Cadastro Central de Empresas do IBGE e no Novo Caged


 

As políticas públicas do Governo do Amapá, que têm buscado ampliar a competitividade do estado, com investimentos que resultam em ambientes de negócios favoráveis e articulação com investidores nacionais e internacionais, além da concessão de incentivos previstos na legislação, têm contribuído para a expansão do setor industrial.

 

A indústria vem apresentando uma trajetória consistente de crescimento nos últimos anos. É o que apontam os Dados do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), do IBGE, e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).

 

 

Os dados revelam que o setor ampliou o número de estabelecimentos, expandiu o emprego formal e aumentou sua massa salarial entre 2020 e 2026. O crescimento da indústria de transformação, a ampliação das atividades extrativas e o aumento do estoque de empregos formais indicam que o estado vem consolidando condições mais atrativas para novos empreendimentos.

 

Os resultados demonstram que a combinação entre investimentos privados, políticas públicas de desenvolvimento econômico e aproveitamento das potencialidades regionais começa a modificar o cenário industrial do estado, criando perspectivas favoráveis para a expansão de segmentos de maior valor agregado nos próximos anos.

 

 

As políticas públicas estaduais têm sido fundamentais para a diversificação da economia, reduzindo gradualmente a dependência histórica do setor público e criando bases para uma industrialização mais consistente.

 

Os números indicam ainda que a indústria amapaense cresceu de forma consistente entre 2020 e 2026, tanto em número de empresas e pessoal ocupado (CEMPRE) quanto em estoque de emprego formal (Novo Caged), sem nenhum ano de recuo e na série comparável (2022–2024), estabelecimentos industriais cresceram 14,1%, pessoal ocupado pelo menos 28,8% e pessoal assalariado pelo menos 34,6%, todos acima da média geral da economia amapaense.

 

O estoque de emprego formal industrial (Novo Caged) passou de 4.913 vínculos, em dezembro de 2020, para 7.589, em maio de 2026: uma alta de 54,5%, com o melhor desempenho anual em 2023 (+15,1%). Apesar do crescimento, a indústria manteve participação estável entre 6,85% e 7,33% do emprego formal total do Amapá, o setor cresce no ritmo da economia estadual.

 

Diante da diversificação econômica em curso, com petróleo e gás e bioeconomia no horizonte, o desafio para o Amapá é transformar esse crescimento setorial, ainda modesto, em uma base industrial mais ampla, menos concentrada e capaz de pagar salários mais competitivos.

 

 


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