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Dono reconhece carro roubado e suspeito é preso

Homem de 37 anos disse que pagou R$ 3,5 mil pelo carro, e que vendedor é ‘conhecido de vista’ dele. Veículo foi roubado em dezembro de 2015 e estava todo adulterado.

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Um homem de 37 anos de idade foi preso com um carro roubado no final da tarde de terça-feira, 22, no bairro do Trem, zona sul da capital. De acordo com o sargento PM Adriano, do Batalhão de Rádio Patrulhamento Motorizado (BRPM), o dono do veículo – roubado no final do ano passado da frente de uma faculdade particular no Centro de Macapá – já havia visualizado o veículo várias vezes em frente a uma loja de placas de carros. O local fica na rua Jovino Dinoá.

“O proprietário informou que por várias vezes viu o veículo estacionado em frente à loja. Na terça-feira ele resolveu verificar de perto e confirmou ser mesmo o carro dele por sinais particulares no veículo. Foi quando ele acionou a polícia”, disse o sargento Adriano.

O carro, um Gol, já havia sido repintado de vermelho e teve algumas alterações, o que para a polícia foi uma tentativa de impedir o reconhecimento por parte do proprietário. Ao fazer a vistoria no chassis, vidros e outros locais com identificações particulares, confirmou a adulteração.

A placa usada no carro era de um outro veículo, modelo 2003, enquanto o carro roubado é ano 2006. O lacre da placa também havia sido adulterado. À polícia, o homem preso disse ter comprado o veículo há cerca de um mês, e que no sistema do Detran constava apenas uma multa de R$ 400.

Pelo veículo o suspeito afirmou ter pagado a quantia de R$ 3,5 mil a uma pessoa que ele diz conhecer apenas ‘de vista’. O homem foi apresentado no Centro Integrado em Operações de Segurança Pública (Ciosp) Pacoval para que o caso seja esclarecido.

O suspeito ainda declarou aos policiais que era apenas funcionário da loja de placas que, também segundo o sargento Adriano, não tem autorização para funcionar com esse tipo de trabalho.

Mais de 70 placas de veículos foram apresentadas com o homem de 37 anos na delegacia em razão de que elas, teoricamente, deveriam ter sido destruídas após a substituição.

 
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