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Projeto de Lei insere matéria sobre corrupção em grade escolar

O deputado considera que a população brasileira tem se interessado muito pelo tema nos últimos anos e que esta participação popular tem sido decisiva para a tomada de decisões nos Poderes

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A falta de quórum impediu que três projetos do deputado estadual Pedro da Lua (PMB) fossem votados na sessão de hoje, 22, da Assembleia Legislativa do Amapá. Entre eles estava o que prevê a conscientização contra a corrupção a ser inserido como tema transversal no currículo das escolas da rede pública e privada do Estado.

 A protocolização ocorreu na última quinta-feira, 17, e causou boa repercussão nas redes sociais, ferramenta de comunicação muito usada pelo deputado. A ideia é provocar discussão sobre ideologia ética, moral e social em cada estudante e fomentar discussões sobre o assunto, que hoje é uma realidade do país. Será uma matéria como outra que já faz parte da grade pedagógica escolar. 

 Dentro do conteúdo estarão aspectos sociológicos e sobre a corrupção do dia, tão noticiada pelos veículos de comunicação. A abordagem prevê discussões sobre a pequena a grande corrupção, além da historia da corrupção no Brasil, educação fiscal e causados pela prática na sociedade.

O deputado considera que a população brasileira tem se interessado muito pelo tema nos últimos anos e que esta participação popular tem sido decisiva para a tomada de decisões importantes dentro dos Poderes Constituídos, principalmente o Judiciário.

 Os movimentos populares ocorridos em 2013 e mais recentemente há duas semanas revelam uma população mais consciente e disposta a participar ativamente do processo político que a envolve não concordando com comportamentos corruptos de líderes políticos sejam eles de esquerda ou direita.

 OUTROS PROJETOS

Na mesma sessão, estiveram na Ordem do Dia para votação os projetos de lei 0252/15, que declara a música gospel como patrimônio cultural imaterial do Estado do Amapá e também o 0253/15, que institui a Política de Prevenção à Violência contra Professores da Rede Pública de Ensino do Estado do Amapá e dá outras providências.

Eles também deixaram de ser votados por falta de quórum.     

 
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