Heraldo Almeida
O Curiaú está dentro de mim e do meu negro olhar
Conhecido com o endereço e a inspiração dos poetas e compositores tucujus. Curiaú ou cri-a-ú, uma criação de bois.Distante a 8 km da capital Macapá, é formada por dois pequenos núcleos populacionais “Curiaú de Dentro e Curiaú de Fora”. Constitui-se em uma das raras comunidades negras existentes no País. O Curiaú é também uma área de preservação ambiental (APA), que tem como objetivo a proteção e conservação dos recursos naturais e ambientais da região. Embora muitos espaços de sua área já tenha sido invadidos pelos homens da cidade. Mesmo assim os moradores da APA do Rio Curiaú lutam para preservar além da beleza natural da região, que ali habita, da memória dos antigos escravos trazidos no séc. XVIII para a construção da Fortaleza de São José. Foram eles os formadores dos pequenos núcleos familiares que originaram a Vila do Curiaú (antigo quilombo) e as demais comunidades existentes na área.
Residem atualmente na Área de Proteção Ambiental no Rio Curiaú, cerca de 1.500 pessoas divididas em quatro comunidades – Curiaú de Dentro, Curiaú de Fora, Casa Grande e Curralinho. Para essas pessoas a preservação da beleza local é uma questão de sobrevivência: é preciso manter os peixes, as garças e a graça do lugar.
O negro está presente na história do Amapá desde o começo da ocupação em meados do século XVIII. Os primeiros chegaram à região em 1751, trazidos como escravos por famílias do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Maranhão, que vinham povoar Macapá. Em seguida começaram a ser importados da Guiné Portuguesa, principalmente para a cultura do arroz. O maior contingente veio a partir de 1965 para a construção da Fortaleza São José de Macapá. Em abril desse mesmo ano, o governo do Grão-Pará mantinha 177 negros escravos trabalhando no forte. Alguns morreram de doenças como o sarampo e a malária e por acidente do trabalho. Outros conseguiram fugir aventurando-se pelo Lado do Curiaú.
Nessa região o português Manoel Antônio Miranda, mantinha propriedade, na chamada Lagoa de Fora e não se importou de acolher os escravos. Também os franceses que procuravam fixar-se na margem direita do Rio Araguari estimularam a formação de quilombos. Em 1862, quando a população de Macapá era de 2.780 habitantes, os negros escravos somavam 722, cerca de 25%. A comunidade negra sempre contribuiu para a formação cultural, econômica, social e política do Amapá. O Curiaú é um exemplo dessa contribuição.
Agora falando da poesia do lugar, lá no chamado “quilombo”, moram pessoas maravilhosas, e as que visitam o lugar se encantam com tanta beleza, capaz de dizer que ali é um paraíso, e é mesmo. Nossos letristas-compositores chegam a dizer que o velho Curiaú serve de fonte inspiradora para suas obras musicais e literárias. Como o cantor e compositor amapaense, Val Milhomem, que destacou em uma de suas canções, “Pras Minhas Paixões”, que “O Curiaú não é no sul, está dentro de mim, do meu negro olhar e da minha solidão”. Emoção profunda pelo orgulho de assumir sua identidade e reconhecer a importância daquele lugar diante do mundo e dizer que esse canto do Brasil é no Amapá e não do lado de lá.
- Reforma
Museu Sacaca está passando por reforma e no início de março voltará a reabrir com novos projetos artísticos culturais, com nova administração.
- Visita
Visitei, ontem (11), o Iepa e Museu Sacaca (av: Feliciano Coelho – Trem), a convite do novo gestor, Jorge Souza.
Um belo e encantador ambiente natural, com temática regional, bem no meio da cidade.
Visite e conheça as riquezas do homem da floresta tucuju.
- Canto de Casa
Nome do projeto musical realizado pela Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap), e que estará de volta no início de março.
Um repertório regional que canta a nossa aldeia com uma linguagem bem amazônica.
- Na Beira do Rio
Nome do show musical que a família Bastos vai realizar, dia 19 (sexta), no Pier Rio Amazonas, Trapiche Eliezer Levy, às 21h.
- Solidariedade
Programação beneficente “S.O.S PAULINHO TUPINAMBÁ”, dia 28 de janeiro, na av: José Tupinambá (antiga Nações Unidas), entre as ruas José Serafim e São José – Laguinho, a partir das 12h.
Apresentação de artistas locais, sorteio de prêmios e outras atrações. Cartelas à venda. Informações: 98112-633.
- Bandaia
Projeto Roda de Bandaia está de volta domingo (14), no Quiosque Norte das Águas, no Araxá (Complexo Marlindo Serrano), a partir das 16h.
- Bloco Pererê
Domingo, 14, tem programação do Bloco Carnavalesco Pererê, comemorando 46 anos de criação, lançamento do site e a temporada para o carnaval 2018.
Esquina do Colégio Amapaense e Praça da Bandeira (av: Iracema Carvão Nunes e Gal. Rondon) – Centro, a partir das 16h.
- “Eu Sou Daqui”
Título do show musical que os cantores amapaenses, Amadeu Cavalcante Brenda Melo, irão realizar no dia 3 de fevereiro, véspera dos 260 anos da cidade e Macapá. Aguardem informações.
Eu sou do Laguinho
Sou laguinense, então cresci no meio do samba, merengue, marabaixo, batuque, folia , ladainhas e ritmos guianenses. Cedo me inseri na música autoral após conhecer e conviver com grandes instrumentistas.
Após intensa pesquisa ainda nos anos 80, escrevi algumas canções, algumas em parceria e outras que cantei compostas por outros compositores que traziam a influência literária e percussiva da música Black no Amapá. Convivi com os mestres mãos de couro ainda menino e toquei percussão, aprendi com tantos instrumentistas que passaram na minha vida que seria injusto citar.
Músicas como Ainda Laguinho (Heraldo Almeida e Osmar Júnior), Tajá (Fernando Canto e Osmar Júnior) Coração Pescador, Andor, Zimbábue, açucena…cantadas por Amadeu Cavalcante, Festejo (Rambolde Campos Joel Elias) Kizomba e outras …estão registradas no meu trabalho.
Então junto a Raimunda Ramos reativamos a UNA, aí compus a 1°- missa dos quilombos rezada na praça do colégio Azevedo Costa, sou comendado embaixador da nação negra pela Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, tenho pesquisado o mistério dos ancestrais cantadores do ladrões de marabaixo, e compus um recente musical baseado na vida cultural do bairro do Laguinho. Eu sou do Laguinho da casa dos Ramos. (Osmar Jr.).
- Solidariedade
Programação beneficente “S.O.S PAULINHO TUPINAMBÁ”, dia 28 de janeiro, na av: José Tupinambá (antiga Nações Unidas), entre as ruas José Serafim e São José – Laguinho, a partir das 12h.
Apresentação de artistas locais, sorteio de prêmios e outras atrações. Cartelas à venda. Informações: 98112-633.
- Bandaia
Projeto Roda de Bandaia está de volta domingo (14), no Quiosque Norte das Águas, no Araxá (Complexo Marlindo Serrano), a partir das 16h.
- Bloco Pererê
Domingo, 14, tem programação do Bloco Carnavalesco Pererê, comemorando 46 anos de criação, lançamento do site e a temporada para o carnaval 2018.
Esquina do Colégio Amapaense e Praça da Bandeira (av: Iracema Carvão Nunes e Gal. Rondon) – Centro, a partir das 16h.
- Cobrança
Alguns artistas estão cobrando os cachês da 2ª Virada Afro, que aconteceu em dezembro de 2017, na Praça beira Rio.
- “Eu Sou Daqui”
Título do show musical que os cantores amapaenses, Amadeu Cavalcante Brenda Melo, irão realizar no dia 3 de fevereiro, véspera dos 260 anos da cidade e Macapá. Aguardem informações.
- Reestruturando
Museu Sacaca está sendo revitalizado pela nova administração, tendo o ex-deputado estadual, Jorge Souza, como gestor do Iepa, órgão responsável pelo local.
“A ideia é recuperar aquele belo espaço regional e deixá-lo em condições da visitação pública e da realização de eventos culturais”, disse. Parabéns.
- No ar
Ouça o programa “O Canto da Amazônia”, na Diário FM 90,9, às 16h, de segunda à sexta.
Ele toca a nossa música. Bom de ouvir.
Conheça a dança do Siriá
A mais famosa dança folclórica do município de Cametá é uma das manifestações coreográficas mais belas do Pará. Do ponto de vista musical é uma variante do batuque africano, com alterações sofridas através dos tempos, que a enriqueceram de maneira extraordinária.
Contam os estudiosos que os negros escravos iam para o trabalho na lavoura quase sem alimento algum. Só tinham descanso no final da tarde, quando podiam caçar e pescar. Como a escuridão dificultava a caça na floresta, os negros iam para as praias tentar capturar alguns peixes. A quantidade de peixe, entretanto, não era suficiente para satisfazer a fome de todos.
Certa tarde, entretanto, como se fora um verdadeiro milagre, surgiram na praia centenas de siris que se deixavam pescar com a maior facilidade, saciando a fome dos escravos. Como esse fato passou a se repetir todas as tardes, os negros tiveram a idéia de criar uma dança em homenagem ao fato extraordinário. Já que chamavam “cafezá” para plantação de café, “arrozá” para plantação de arroz, “canaviá” para a plantação de cana, passaram a chamar de “síria”, para o local onde todas as tardes encontravam os siris com que preparavam seu alimento diário.
Com um ritmo que representa uma variante do batuque africano, a “dança do siriá” começa com um andamento lento. Aos poucos, à medida que os versos vão se desenvolvendo, a velocidade cresce, atingindo ao final um ritmo quase frenético. A “dança do siriá” apresenta uma rica coreografia que obedece às indicações dos versos cantados sendo que, no refrão, os pares fazem volteios com o corpo curvado par a os dois lados.
Tal como a “dança do carimbó”, os instrumentos típicos utilizados são dois tambores de dimensões diferentes: para os sons mais agudos (tambor mais estreito e menor) e para os sons graves (tambor mais grosso e maior). Os passos são animados ainda por ganzá, reco-reco, banjo, flauta, pauzinhos, maracá e o canto puxado por dois cantadores.
Também chamada pelos estudiosos como “a dança do amor idílico”, a “dança do siriá” apresenta os dançarinos com trajes enfeitados, bastante coloridos. As mulheres usam belas blusas de renda branca, saias bem rodadas e amplas, pulseiras e colares de contas e sementes, além de enfeites floridos na cabeça. Já os homens, também descalços como as mulheres, vestem calças escuras e camisas coloridas com as pontas das fraldas amarradas na frente. Eles usam ainda um pequeno chapéu de palha enfeitado com flores que as damas retiram, em certos momentos, para demonstrar alegria, fazendo volteios.
Destaque
Artista plástico e designer amapaense, Ralfe Braga, é destaque de capa da edição de janeiro da Revista Diário, já nas bancas.
“O Voo de Ralfe – de Macapá para o mundo, a trajetória de um artista completo”.
“Eu Sou Daqui”
Título do show musical que os cantores amapaenses, Amadeu Cavalcante Brenda Melo, irão realizar no dia 3 de fevereiro, véspera dos 260 anos da cidade e Macapá. Aguardem informações.
Reestruturando
Museu Sacaca está sendo revitalizado pela nova administração, tendo o ex-deputado estadual, Jorge Souza, como gestor do Iepa, órgão responsável pelo local.
“A ideia é recuperar aquele belo espaço regional e deixá-lo em condições da visitação pública e da realização de eventos culturais”, disse. Parabéns.
Ensaios
Quadrilha junina Pequena Dama, a mais premiada do Amapá, já tem data para iniciar os ensaios para 2018.
Dia 15 de janeiro (segunda), a partir das 20h, na av: Xavante (Buritizal).
Preservação
Instituto do Patrimônio Histórico (Iphan) abre inscrições para o Mestrado Profissional de Preservação do Patrimônio Cultural – 2108. (http://portal.iphan.gov.br).
Questionamentos
Artistas querem questionar os futuros candidatos ao governo amapaense, nas próximas eleições.
Eles falam pouco ou quase não falam de cultura e arte em seus pronunciamentos. Pura verdade.
Carnaval
Com a chegada de 2018, agora que a população está se atentando que não haverá desfile das escolas de samba. Tarde demais.
Saiba o que é cultura de massa
A expressão “Cultura de Massa”, posteriormente trocada por “indústria cultural”, é aquela criada com um objetivo específico, atingir a massa popular, maioria no interior de uma população, transcendendo, assim, toda e qualquer distinção de natureza social, étnica, etária, sexual ou psíquica. Todo esse conteúdo é disseminado por meio dos veículos de comunicação de massa.
Antes do advento da cultura de massa, havia diversas configurações culturais – a popular, em contraposição à erudita; a nacional, que entretecia a identidade de uma população; a cultura no sentido geral, definida como um conglomerado histórico de valores estéticos e morais; e outras tantas culturas que produziam diversificadas identidades populares.
Mas, com o nascimento do século XX e, com ele, dos novos meios de comunicação, estas modalidades culturais ficaram completamente submergidas sob o domínio da cultura de massa. Veículos como o cinema, o rádio e a televisão, ganharam notório destaque e se dedicaram, em grande parte, a homogeneizar os padrões da cultura.
Como esta cultura é, na verdade, produto de uma atividade econômica estruturada em larga escala, de estatura internacional, hoje global, ela está vinculada, inevitavelmente, ao poderoso capitalismo industrial e financeiro. A serviço deste sistema, ela oprime incessantemente as demais culturas, valorizando tão somente os gostos culturais da massa.
Esta cultura é hipnotizante, entorpecente, indutiva. Ela é introjetada no ser humano de tal forma, que se torna quase inevitável o seu consumo, principalmente se a massa não tem o seu olhar e a sua sensibilidade educados de forma apropriada, e o acesso indispensável à multiplicidade cultural e pedagógica. (Ana Lúcia Santana).
- “O Canto da Amazônia”
Último programa do ano de 2017, nesta sexta (29), com muita música regional e linguagem amazônica de valorizar e divulgar o que é nosso.
Na Diário FM 90,9, às 16h. Feliz ano novo.
- Retrô 17
Resultados significativos nos segmentos artísticos e culturais do Amapá, principalmente nos setores da música e Audiovisual. Parabéns.
- Instrumental
Cantor, compositor e produtor, Finéias Nelluty, foi o nome da música instrumental em 2017.
A realização da 9ª edição do Amapá Jazz Festival é o grande exemplo. Bela conquista.
- Grammy
Cantora amapaense Patrícia Bastos, foi além das expectativas em 2017, com a indicação e disputa do disco “Batom Bacaba”, no Grammy Latino (categoria Raiz Brasileira).
Foi à Las Vegas (USA) defender a música produzida na Amazônia. Massa.
- Réveillon
Dia 31 tem o tradicional Reveillon Beira Rio, em sua 21ª edição, com realização da Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap).
No anfiteatro da Fortaleza de São José, a partir das 20h.
Dia 31 tem o tradicional Reveillon Beira Rio, em sua 21ª edição, com realização da Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap).
No anfiteatro da Fortaleza de São José, a partir das 20h.
- Virada Cultural
A 2ª Virada Afro Cultural vai acontecer de 29 a 31 (Reveillon Beira Rio) de dezembro, a partir das 17h, no Anfiteatro da Fortaleza de São José.
Música, gastronomia, artesanato, artes plásticas, moda, estética afro, seminários, curso de afro-empreendedorismo e produtos agrícolas.
- Conquista
A cultura afro-brasileira vai ganhar ainda mais espaço no sistema educacional brasileiro. A Fundação Cultural Palmares começa a levar para as escolas públicas do país um debate sobre as principais questões relacionadas à história e cultura negras, por meio do projeto Conhecendo nossa História: da África ao Brasil.(www.cultura.gov.br).
Samaúma: a rainha da floresta
Samaúma ou Sumaúma (Ceiba pentranda) é uma árvore encontrada na Amazônia. É considerada sagrada para ao antigos povos “maia” e os que habitam as florestas. A palavra samaúma é usada para descrever a fibra obtida dos seus frutos. A planta é conhecida também por algodoeiro. Cresce entre 60–70m de altura e o seu tronco é muito volumoso, até 3 m de diâmetro com contrafortes. Alguns exemplares chegam a atingir os 90m de altura, sendo, por isso, uma das maiores árvores da flora mundial.
Essa árvore consegue retirar a água das profundezas do solo amazônico e trazer não apenas para abastecer a si mesma, mas também pra repartir com outras espécies. De crescimento relativamente rápido, pode alcançar os 40 metros de altura.
Em determinadas épocas “estrondam” irrigando toda a área em torno dela e o reino vegetal que a circunda.
A samaumeira é tipicamente amazônica, conhecida como a “árvore da vida” ou “escada do céu”. Os indígenas consideram-na “a mãe” de todas as árvores. Suas raízes são chamadas de sapobemba. Estas raízes são usadas na comunicação pela floresta, que é feita através de batidas em tais estruturas. Possui uma copa frondosa, aberta e horizontal.
Além disso, a árvore apresenta propriedades medicinais e é considerada pelos povos da floresta, uma árvore com poderes mágicos, protegendo inclusive as demais árvores e os habitantes da floresta.
A fibra é muito leve, altamente inflamável e resistente à água. O processo de separação da fibra é manual. É usada como uma alternativa ao algodão para encher almofadas, colchões (antigamente) e para isolamentos. Na atualidade, a sumaúma foi substituída por materiais sintéticos. As sementes produzem um óleo usado para fabricar sabão e também são usadas como o fertilizante. (www.caliandradocerrado.com.br).
- Conquista
A cultura afro-brasileira vai ganhar ainda mais espaço no sistema educacional brasileiro.
A Fundação Cultural Palmares começa a levar para as escolas públicas do país um debate sobre as principais questões relacionadas à história e cultura negras, por meio do projeto Conhecendo nossa História: da África ao Brasil.(www.cultura.gov.br).
- Agenda
Hoje tem o projeto “Quinta do Jazz”, no quiosque Norte das Águas, Araxá (Complexo Marlindo Serrano), a partir das 9 da noite.
O amigo artista Finéias Nelluty, estará aguardando seus convidados, com o Quinteto Amazon Music. Boa pedida.
- Virada Cultural
A 2ª Virada Afro Cultural vai acontecer de 29 a 31 de dezembro, a partir das 17h, no Anfiteatro da Fortaleza de São José.
Música, gastronomia, artesanato, artes plásticas, moda, estética afro, seminários, curso de afro-empreendedorismo e produtos agrícolas.
- “O Canto da Amazônia”
A último apresentação do ano vai acontecer na sexta, 30, e vamos comemorar com os parceiros artistas.
Programa “O Canto da Amazônia” encerrando a temporada 2017. De segunda à sexta, na Diário FM 90,9. Das 16h às 17:30h. Bom de ouvir.
- Esperança
Artistas aguardam mais apoio e valorização aos projetos culturais e aos segmentos, em 2018.
Essa é a esperança de todos.
- Positividade
Cantora amapaense, Patrícia Bastos, encerrando o ano de 2017 com saldo positivo na brilhante carreira.
Esteve na final de todos os prêmios de música do país e no Grammy Latino (Las Vegas). Parabéns.
- Carnaval
Com a não realização dos desfiles das escolas de samba no Amapá, muita gente formando grupos para ir ao Rio de Janeiro.
MinC aprova 55 milhões para o Carnaval do Rio
O Ministério da Cultura (MinC) aprovou a captação de R$ 55 milhões, via Lei Rouanet, para 19 projetos relacionados ao carnaval do Rio de Janeiro de 2018. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira (22) pelo ministro Sérgio Sá Leitão, que esteve em Duque de Caxias (RJ), onde visitou o Teatro Raul Cortez, a Biblioteca Municipal Leonel de Moura Brizola e a quadra da Acadêmicos do Grande Rio. Sá Leitão conheceu projetos sociais da escola de samba e assistiu a apresentações de passistas e de casais de mestre-sala e porta-bandeira.
Sá Leitão destacou a importância do carnaval não apenas para a cultura brasileira, mas também para a economia. A estimativa é que o carnaval de 2018 injete R$ 2,2 bilhões na economia do estado do Rio de Janeiro, gerando milhares de empregos e atraindo turistas, que movimentam o setor de hotéis, bares e restaurantes. “O carnaval é a nossa maior expressão cultural e uma das nossas principais atividades econômicas”, afirmou o ministro. “Além de trazer alegria, aumenta a arrecadação dos estados e municípios, portanto, aumenta os recursos para a saúde e a educação”, completou.
O ministro sugeriu que, logo após o carnaval, em fevereiro, seja marcada uma reunião com todos os setores envolvidos para planejar a festa de 2019. “Carnaval é uma empreitada de ano inteiro, não é só na véspera que se monta a festa”, afirmou.
Durante a visita ao Teatro Raul Cortez, o prefeito pediu apoio do Ministério da Cultura para restauração do prédio, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Segundo Reis, será necessário um investimento de R$ 1,2 milhão para modernizar a revitalizar o espaço, inaugurado há 11 anos. Além de obras de manutenção, é necessário fazer adaptações para melhorar as condições de acessibilidade e de segurança. A prefeitura deverá apresentar um projeto de restauração. O ministro também recebeu projetos da prefeitura no segmento criativo. “Vamos ajudar a viabilizar projetos culturais importantes na Baixada Fluminense”, afirmou Sá Leitão
- Tem mais
Neste sábado, 23, tem mais um show de Fátima Guedes com Patrícia Bastos, no Kitanda Café Bistrô, às 22h.
Vá lá curtir música de qualidade. Esquina da av: Feliciano Coelho com a rua Jovino Dinoá – Trem.
- “Canta Brasil”
Todo sábado é dia de ouvir a boa música popular brasileira, noprograma “Canta Brasil”, na Diário FM 90,9.
Das 6 às 8 da noite. Sintonize.
- Virada Cultural
A 2ª Virada Afro Cultural vai acontecer de 29 a 31 de dezembro, a partir das 17h, no Anfiteatro da Fortaleza de São José.
Música, gastronomia, artesanato, artes plásticas, moda, estética afro, seminários, curso de afro-empreendedorismo e produtos agrícolas.
- Agenda
Sábado, 23, o cantor e compositor paraense, Silvan Galvão, vai lançar seu DVD no Youtube, com participação de vários grupos e mestres da cultura de todo o Pará.
É só clicar no bit.ly-SilvanCanal e assistir.
- “Forasteiro”
Título do 1º disco (CD) do cantor e compositor, Ozy Rodrigues, já em processo de divulgação para o lançamento em breve.
- Festival
Cantador da Amazônia, Nonato Santos, vai participar do 7º Festival de Música Popular Popular do Ipê Clube, de 26 a 28 de abril de 2018, em São Paulo.
A música selecionada é “Senhor de Marajé”, de autoria do artista. Boa sorte.
- Destaque
Maestro Elias Sampaio desenvolve um belo e magnífico projeto musical no Amapá, com vários destaques nacionais. A Orquestra Essência é um deles, falado em rede nacional.
Merece o destaque e o registro da coluna. Parabéns.
Mais três municípios integram ao SNC
Os municípios de Vassouras (RJ), Fortuna de Minas (MG) e Pindobaçu (BA) passaram a integrar, nesta semana, o Sistema Nacional de Cultura (SNC) – instrumento de gestão compartilhada de políticas públicas de cultura adotado pelo Ministério da Cultura (MinC). Com as novas adesões, 2.539 municípios brasileiros estão no sistema, o que representa 45,58% do total. Em 2017, são 298 adesões ao SNC, que já abrange 162,9 milhões de habitantes.
A adesão ao SNC permite que estados e municípios aprimorem a gestão cultural, com a criação do órgão de gestão local, do conselho de política cultural, da conferência e do plano de cultura, além do sistema de financiamento. A assinatura do acordo de cooperação federativa entre o MinC e o ente federado, que se compromete a estruturar o seu sistema de cultura, marca a adesão ao sistema.
O Ministério da Cultura realiza oficinas para capacitação dos gestores e conselheiros municipais de cultura, para auxiliar nesse processo. Com isso, o MinC tem buscado oferecer aos municípios as condições técnicas apropriadas para a integração ao Sistema Nacional de Cultura. (www.cultura.gov.br).
- Recomendo
Dias 22 e 23 de dezembro tem o show “Tanto que Aprendi de Amor”, da cantora e compositora Fátima Guedes com a cantora amapaense, Patrícia Bastos.
Uma mistura brasileira, em que apresentam um repertório que fala de várias formas de amor, da natureza, cidades e relacionamentos.
No Quitanda Café Bistrô, na esquina da Av: Feliciano Coelho com a rua Jovino Dinoá – Trem, às 22h.
- Virada Cultural
A 2ª Virada Afro Cultural vai acontecer de 29 a 31 de dezembro, a partir das 17h, no Anfiteatro da Fortaleza de São José.
Música, gastronomia, artesanato, artes plásticas, moda, estética afro, seminários, curso de afro-empreendedorismo e produtos agrícolas.
- Exposições
Acadêmicos, pesquisadores, professores e alunos do Ensino Fundamental e Médio divulgaram trabalhos tecnológicos desenvolvidos no Amapá, nesta segunda-feira, 18, durante a “Vitrine da Ciência e Tecnologia no Meio do Mundo”. O evento foi promovido pelo Governo do Estado do Amapá (GEA) em parceria com dez instituições estaduais, federais e particulares.
- DVD
Sábado, 23, o cantor e compositor paraense, Silvan Galvão, vai lançar seu DVD no Youtube, com participação de vários grupos e mestres da cultura de todo o Pará.
É só clicar no bit.ly-SilvanCanal e assistir.
- “Forasteiro”
Título do 1º disco (CD) do cantor e compositor, Ozy Rodrigues, já em processo de divulgação para o lançamento em breve.
- Festival
Cantador da Amazônia, Nonato Santos, vai participar do 7º Festival de Música Popular Popular do Ipê Clube, de 26 a 28 de abril de 2018, em São Paulo.
A música selecionada é “Senhor de Marajé”, de autoria do artista. Boa sorte.
- Esperança
Artistas de todos os segmentos culturais amapaenses, aguardam bons projetos para 2018, com valorização das obras feitas em casa.
- O Canto da Amazônia”
Um programa 100% regional, com uma linguagem bem amazônica de valorizar a arte e a cultura da região norte brasileira (todos os segmentos).
De segunda à sexta, na Diário FM 90,9. Das 16h às 17:30h. Bom de ouvir.
Conselho Nacional de Política Cultural
O Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) será reformulado para ficar mais ágil, eficiente, democrático e com um orçamento adequado à atual realidade econômica do País. O ministro Sérgio Sá Leitão decidiu, após ouvir as demandas de diversas entidades e associações do setor cultural, criar um grupo de trabalho para sugerir mudanças no órgão colegiado.
A atualização do CNPC é uma pauta importante para esta gestão do MinC. “O CNPC é integrado por representantes da sociedade civil e do poder público das diversas regiões do país e tem a missão de debater as políticas públicas para o desenvolvimento das atividades culturais”, explica o ministro Sérgio Sá Leitão. “Com um novo modelo de funcionamento, poderá contribuir muito para o avanço do MinC e das políticas de cultura.”
Com um CNPC reestruturado em 2018, o MinC pretende ampliar a democratização do acesso aos bens culturais e às políticas públicas do setor. Os custos operacionais do Conselho também devem ser readequados: estão hoje em R$ 1,8 milhão por ano, além de R$ 3,5 milhões a cada dois anos relativo ao processo eleitoral. Isso porque o MinC arca com as passagens e diárias dos membros, que se reúnem periodicamente em Brasília, além da logística dos encontros. “Queremos reduzir o custo e ampliar os resultados”, afirma o ministro.
Criado em 2005, o Conselho Nacional de Política Cultural é formado pelo Plenário, o Comitê de Integração de Políticas Culturais, os 18 Colegiados Setoriais, as Comissões Temáticas e a Conferência Nacional de Cultura. Sua estrutura fixa envolve mais de 600 pessoas, sendo os 540 integrantes dos Colegiados Setoriais, entre titulares e suplentes, escolhidos em processo eleitoral nacional. É uma estrutura imensa, com baixo grau de eficiência e de eficácia, e um alto custo para os contribuintes. Representantes do poder público e da sociedade civil integrantes do Conselho.
“Mal de Amor”
Título do novo disco (CD) do cantor e compositor amapaense, Val Milhomem, já gravado e no aguardo de seu lançamento.
“Mal de amor” é o nome da primeira parceria musical de Val Milhomem e Joãozinho Gomes, em 2001.
Retorno
Grandes festivais de música que aconteceram no Amapá, e com eles surgiram novos artistas compositores, músicos e cantores.
Seria uma boa retornar com esses projetos.
“Oura”
Título do novo (disco) do cantor e compositor paraense, Allan Carvalho, que desenvolve belos projetos de valorização à cultura regional amazônica.
Recebi de presente. Obrigado, mano velho.
Destaque
Professor de música e guitarrista amapaense Fábio Costa (Fabinho), é um daqueles músicos que dá gosto de ouvir o que ele toca, pois a qualidade técnica é impressionante.
Merece o destaque e o registro da coluna.
“Sumanos”
Título do novo disco do grupo Senzalas, já na fase de escolha do repertório, onde Joãozinho Gomes, Amadeu Cavalcante e Val Milhomem, vão cuidar do novo filho.
Vem coisa boa por aí, e nos já estamos aguardando.
Agenda
Dias 22 e 23 de dezembro tem o show “Tanto que Aprendi de Amor”, da cantora e compositora Fátima Guedes com a cantora amapaense, Patrícia Bastos.
Uma mistura brasileira, em que apresentam um repertório que fala de várias formas de amor, da natureza, cidades e relacionamentos.
No Quitanda Café Bistrô, na esquina da Av: Feliciano Coelho com a rua Jovino Dinoá – Trem, às 22h.
Virada Cultural
A 2ª Virada Afro Cultural vai acontecer de 29 a 31 de dezembro, a partir das 17h, no Anfiteatro da Fortaleza de São José.
Música, gastronomia, artesanato, artes plásticas, moda, estética afro, seminários, curso de afro-empreendedorismo e produtos agrícolas.
“O Canto da Amazônia”
Um programa 100% regional, com uma linguagem bem amazônica de valorizar a arte e a cultura da região norte brasileira (todos os segmentos).
De segunda à sexta, na Diário FM 90,9. Das 16h às 17:30h. Bom de ouvir.
A influência da cultura na formação do cidadão
Mais do que uma característica essencial de uma sociedade, a cultura pode ser considerada como o elemento principal que difere uma nação de outra. Os costumes, a música, a arte e, principalmente, o modo de pensar e agir, fazem parte da cultura de um povo e devem ser preservados para que nunca se perca a singularidade do coletivo em questão. A palavra cultura deriva do latim, colere, que tem como significado literal “cultivar”. Partindo desse princípio, percebemos que se trata de uma herança acumulada ao longo dos anos, e que deve ser preservada.
Durante muito tempo, o termo cultura foi estudado e acabou sendo dividido em algumas categorias: Cultura segundo a Filosofia: trata-se de um conjunto de manifestações humanas, de interpretação pessoal, e que condizem com a realidade. Cultura segundo a Antropologia: o termo deve ser compreendido como uma soma dos padrões aprendidos, e que foram desenvolvidos pelo ser humano. Cultura Popular: associa-se a algo criado por um determinado grupo de pessoas que possuem participação ativa nessa criação. Música, arte e literatura sã o exemplos que podem ser utilizados.
Por ser um agente forte de identificação pessoal e social, a cultura de um povo se caracteriza como um modelo comportamental, integrando segmentos sociais e gerações à medida que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades. Entretanto, é necessário lembrar que essa percepção individual tem grande influência por parte do grupo. As escolhas selecionadas ou valorizadas pelo grupo tendem a ser selecionadas na percepção pessoal.
Além disso, a cultura possui quatro processos que têm participação ativa na influência do indivíduo:
O Agente Cultural: Seja qual for a forma de expressão artística que ele promove, trata-se de alguém que se sente valorizado pelo que é capaz de fazer e, mesmo na velhice, é muitas vezes procurado para transmitir seus conhecimentos aos mais jovens. O Propagador Cultural: É aquele que não cria, mas que valoriza e ajuda a difundir determinados tipos de arte. Muitas vezes, dedica sua vida a esse propósito. Dentro desse grupo, estão incluídos os indivíduos que compram e comercializam produtos culturais. O Espectador Cultural: Grupo formado por pessoas que não criam e nem difundem a arte, mas que são apreciadores do gê ;nero e que se identificam com outros de pensamento semelhante.
Um exemplo do gênero e que pode ser citado é a formação dos fã-clubes, que interagem entre si promovendo o ídolo de diversas maneiras. O Alienado Cultural: Trata-se de alguém ou determinado grupo que denuncia as formas de expressão cultural. Presente muitas vezes em regimes ditatoriais, evidencia a exclusão social e oprime movimentos artísticos menos poderosos mas, nem por isso, com menos influência na sociedade.
Esperança
Mais um ano findando e os artistas na expectativa de que em 2018 tenham grandes projetos de valorização da arte feita em casa.
Renovação
O Conselho Nacional de Política Cultural será reformulado para ficar mais ágil, eficiente, democrático e com um orçamento adequado à atual realidade econômica do País.
O Ministério da Cultura decidiu criar um grupo de trabalho para sugerir mudanças no órgão colegiado (www.cultura.gov.br).
Recomendo
Dias 22 e 23 de dezembro tem o show “Tanto que Aprendi de Amor”, da cantora e compositora Fátima Guedes com a cantora amapaense, Patrícia Bastos.
Uma mistura brasileira, em que apresentam um repertório que fala de várias formas de amor, da natureza, cidades e relacionamentos.
No Quitanda Café Bistrô, na esquina da Av: Feliciano Coelho com a rua Jovino Dinoá – Trem, às 22h.
Virada Cultural
A 2ª Virada Afro Cultural vai acontecer de 29 a 31 de dezembro, a partir das 17h, no Anfiteatro da Fortaleza de São José.
Música, gastronomia, artesanato, artes plásticas, moda, estética afro, seminários, curso de afro-empreendedorismo e produtos agrícolas.
“O Canto da Amazônia”
Um programa 100% regional, com uma linguagem bem amazônica de valorizar a arte e a cultura da região norte brasileira (todos os segmentos).
De segunda à sexta, na Diário FM 90,9. Das 16h às 17:30h. Bom de ouvir.
Destaque
Cantor, compositor e produtor, Finéias Nelluty, com mais de 30 anos de carreira, tem belos projetos musicais de valorização da cultura amapaense.
Merece o destaque e o registro da coluna. Parabéns.
Pintura
Galeria de Artes Samaúma sempre realizando belos projetos em sua sede, no Araxá. Visite.
Sempre um coletivo de obras de vários artistas plásticos amapaenses.
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) tem atuação nacional e sua missão consiste na pesquisa, documentação, difusão e execução de políticas públicas de preservação e valorização dos mais diversos processos e expressões da cultura popular. Sua estrutura abriga: o Museu de Folclore Edison Carneiro, a Biblioteca Amadeu Amaral e os setores de Pesquisa e de Difusão Cultural, além da área administrativa.
Criado em 1958 e vinculado ao Iphan desde 2003, o Centro atua em diferentes perspectivas com o objetivo de atender as demandas sociais que se colocam no campo da cultura popular.
Entre suas principais ações destacam-se os projetos de fomento da cultura popular, desenvolvidos pelo Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart) e Sala do Artista Popular (SAP); programas de estímulo à pesquisa, como o Concurso Sílvio Romero de monografias, o Etnodoc (edital de filmes etnográficos), o Dedo de Prosa (fórum de debates) e o Projeto Memórias dos Estudos de Folclore.
Na área de difusão e formação de público, destacam-se o programa de exposições, o programa educativo, o Curso Livre de Folclore e Cultura Popular e os programas de edições e intercâmbio. E na área de documentação, o tratamento, atualização e disponibilização dos acervos museológico (14 mil objetos – MFEC), bibliográfico e sonoro-visual (300 mil documentos – BAA), parte deles disponibilizada em suas coleções digitais.
- Jazz
Nesta sexta (15) e sábado (16), vai acontecer o maior festival de música instrumental da Amazônia, o Amapá Jazz Festival.
Atrações: dia 15: Amazon Music, Nonato Leal (homenageado), Israel Cardoso e Heberson Fernandes. Dia 16: Ismael Nascimento, Marreco’s Land e Mano Blues Band. Exposições de artes plásticas (galeria Samaúma) e Instrumentaste (Ceará da Cuíca).
No quiosque Norte das Águas, no Araxá (Complexo Marlindo Serrano) a partir das 20h. A realização é do músico e produtor, Finéias Nelluty.
- Banzeiro
Nesta quinta, 14, inicia a agenda de ensaios do Banzeiro do Brilho-de-Fogo, às 19h, na Praça Floriano Peixoto.
O cortejo está marcado para o domingo, 17, pelas ruas e avenidas da cidade.
- Afro
A 2ª Virada Afro Cultural vai acontecer de 29 a 31 de dezembro, a partir das 17h, no Anfiteatro da Fortaleza de São José.
Música, gastronomia, artesanato, artes plásticas, moda, estética afro, seminários, curso de afro-empreendedorismo e produtos agrícolas.
- Agenda
Sábado (16) tem lançamento do novo disco do pastor Ronery Brito, “Um Novo Olhar”, no sambódromo, 19h. Participação especial do cantor, Talles Roberto.
No 3º Coração de Adorador.
- Homenagem
Professor Nonato Leal é o homenageado da 9ª edição do Amapá Jazz Festival, dias 15 e 16 de dezembro, no Araxá (Complexo Marlindo Serrano ), às 20h.
- Violência
Violência e falta de segurança estão afastando os freqüentadores do belo complexo Marlindo Serrano, no Araxá, que vão saborear a culinária tucuju curtindo uma boa MPB. Lamentável.
- O Canto da Amazônia”
Um programa 100% regional, com uma linguagem bem amazônica de valorizar a arte e a cultura da região norte brasileira (todos os segmentos).
De segunda à sexta, na Diário FM 90,9. Das 16h às 17:30h. Bom de ouvir.