Cidades

Peste de leishmaniose grassa no Lourenço

Vereador Piaba alerta autoridades sobre a doença no distrito do município de Calçoene

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O vereador de Calçoene, Raimundo Martil Piaba (PV), informou na manhã desta quarta-feira, 11, que grassa, no distrito do Lourenço, uma epidemia de leishmaniose. “Aqui são muitas as pessoas acometidas da doença, deformando o rosto, e a cada dia surgem mais casos”, disse o político e líder comunitário, pelo telefone, na manhã desta quarta-feira, 11, no programa LuizMeloEntrevista (Rádio Diário FM 90,9).
Piaba pediu uma ação rápida das autoridades de saúde do estado, para combater o mal, revelando que no Lourenço a população está desprotegida, no que se refere à saúde, situação essa que a teria levado a sofrer o surto de leishmaniose.
A doença é uma manifestação cutânea ou visceral, causada por protozoários flagelados do gênero Leishmania, da família Trypanosomatidae. O calazar (leishmaniose visceral)[1] e a úlcera de Bauru (leishmaniose tegumentar americana)[2] são formas do mal.
As várias formas de leishmaniose podem ser zoonoses ou antroponoses, ou mesmo antropozoonoses. A forma visceral existente no Brasil e em Portugal é uma zoonose comum ao cão e ao homem.[3] É transmitida ao humano pela picada de fêmeas de insetos dípteros flebotomíneos, que compreendem o gênero Lutzomyia (chamados de “mosquito palha” ou birigui, no continente americano) e Phlebotomus (no chamado Velho Mundo: Europa, África e Ásia).

 
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