Amapá reforça protagonismo na Margem Equatorial no Amazon Energy 2026
Wandenberg Pitaluga, presidente da Agência Amapá, representou estado no evento

O Amapá esteve entre os destaques do Amazon Energy 2026, considerado o principal evento do setor de petróleo e gás da região Norte, realizado em Belém (PA), nos dias 31 de junho e 1 de julho. Representando o Governo do Estado, o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá), Wandenberg Pitaluga Filho, participou do painel de encerramento ‘Iniciativas Estaduais e Oportunidades de Cooperação para avanços da Margem Equatorial’, ao lado de representantes dos estados do Pará e Maranhão. Além de Pitaluga, também representou o Amapá o diretor de atração de investimentos da Agência Amapá, Antônio Batista.
A participação do Amapá em eventos estratégicos como o Amazon Energy faz parte da política do Governo do Estado, de ampliar a presença institucional nos principais fóruns nacionais e internacionais do setor. A estratégia busca posicionar o estado como protagonista nas discussões sobre a Margem Equatorial, fortalecer o diálogo com governos, empresas e investidores e criar um ambiente cada vez mais favorável à atração de investimentos, à geração de oportunidades e ao desenvolvimento da cadeia produtiva de petróleo e gás no Amapá.
Durante o debate, Wandenberg apresentou as iniciativas que o Governo do Amapá vem desenvolvendo para preparar o estado para as oportunidades da Margem Equatorial, com foco na estruturação do ambiente de negócios, atração de investimentos, fortalecimento da cadeia produtiva e integração regional. O painel reuniu lideranças para discutir estratégias conjuntas capazes de transformar o potencial energético da região em desenvolvimento econômico, geração de emprego e competitividade.
Ao avaliar o encontro, o presidente destacou a importância da cooperação entre os estados para o fortalecimento da nova fronteira energética brasileira.
“Trouxemos para o evento as perspectivas do Amapá para a Margem Equatorial. Esse ambiente colaborativo e de união entre os estados vizinhos é muito importante para que possamos construir o futuro da Região Norte atuando na Margem Equatorial.”
Segundo Wandenberg, apesar das particularidades de cada estado, o trabalho conjunto é o caminho para acelerar os resultados para a população.
“Cada estado tem sua política e seus desafios, mas, por meio do cooperativismo, da união e da soma de esforços, tenho certeza de que os benefícios para a população chegarão de forma mais ágil e mais eficaz.”
O presidente também ressaltou o nível técnico das discussões promovidas pelo evento e afirmou que o setor vive um momento decisivo para a região.
“Foram muito importantes as discussões que tivemos aqui, de maneira técnica e precisa, abordando as dificuldades, mas, acima de tudo, falando de um futuro que já está acontecendo.”
Outro ponto destacado por Pitaluga foi o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Amapá na preparação para a exploração da Margem Equatorial.
“Muito me orgulha ouvir dos paraenses que o Amapá é uma referência pelo trabalho que vem sendo desenvolvido em relação à Margem Equatorial. O Governo do Estado segue à disposição para fortalecer e multiplicar todos os esforços que vêm sendo realizados para transformar a exploração de petróleo em uma realidade para a nossa região.”
A programação foi encerrada com a assinatura da Carta de Belém II, documento que reafirma o compromisso dos estados da Margem Equatorial em atuar de forma integrada para fortalecer a cadeia de petróleo e gás, promover o desenvolvimento regional e ampliar a cooperação entre os governos, setor produtivo e instituições envolvidas na agenda energética da Amazônia.
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