Cidades

Hospital de Tartarugalzinho recebe equipamento que elimina microrganismos como vírus e bactérias

Autoclave garante autonomia, rapidez na preparação de insumos e reforça a biossegurança na unidade


 

O Governo do Amapá entregou uma nova autoclave para o Hospital de Pequeno Porte (HPP) de Tartarugalzinho. O equipamento é fundamental para a esterilização de materiais e instrumentos médicos, garantindo mais eficiência, biossegurança e prevenção de infecções para pacientes e profissionais.

 

A autoclave elimina microrganismos como vírus e bactérias utilizando vapor de água sob alta pressão e temperatura elevada. O processo é indispensável para a rotina da unidade, assegurando que materiais cirúrgicos, de sutura, do atendimento ambulatorial, emergência e laboratório estejam prontos para uso em condições ideais de higiene.

 

O equipamento passa por adequação técnica e preparação da infraestrutura para instalação definitiva. Com a operação interna, o hospital ganha autonomia e elimina a dependência do envio de insumos para processamento externo, otimizando a rotina e trazendo agilidade aos atendimentos.

 

 

A biomédica do HPP, Jéssica Campos, destaca que a novidade otimiza o fluxo de trabalho e reduz o tempo de resposta. “A autoclave vai diminuir a nossa logística, porque antigamente a gente levava o material para a UBS para esterilizar e trazia de volta. A partir do momento que temos esse material dentro da unidade, levamos menos tempo e custa menos o transporte”, explicou a biomédica.

 

A aquisição fortalece a rede de urgência e diagnósticos mantida pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) no município. A diretora do HPP, Quelma Coelho, ressalta que os investimentos em tecnologia e equipe capacitada garantem atendimento resolutivo e humanizado, permitindo solucionar a maioria dos casos na própria cidade.

 

“Nosso paciente conta com atendimento humanizado e profissionais qualificados. Por termos aparelhos sofisticados e equipe capacitada, muitas vezes o atendimento é feito aqui mesmo. Realizamos exames, estabilizamos na nossa sala, medicamos e acompanhamos até a alta ou internação. O paciente grave só é encaminhado para Porto Grande quando esgotamos a capacidade local”, pontuou a diretora.

 


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