Cidades

Nova via deve ligar zonas oeste e norte e proteger área da Lagoa dos Índios

Secretário de transportes afirmou que trecho de cerca de um quilômetro deve ser concluído até 25 de setembro e criar alternativa para trânsito de Macapá


 

Douglas Lima
Editor

 

Uma nova via em construção na região da Lagoa dos Índios deve criar uma ligação direta entre as zonas oeste e norte de Macapá e oferecer alternativa para motoristas que hoje utilizam a Rodovia do Centenário. A obra foi apresentada pelo secretário estadual dos transportes, Marcos Jucá, durante fala no programa ‘LuizMeloEntrevista’, do Sistema Diário de Comunicação, nesta sexta-feira, 11.

 

 

Segundo o secretário, a via tem pouco mais de um quilômetro, com aproximadamente quatrocentos metros dentro da área da Lagoa dos Índios. Cerca de 50 metros ainda faltam para concluir a ligação com a Carlos Lins Cortes. A previsão é de que o trecho esteja asfaltado até 25 de setembro: “A ideia é que as pessoas que poderiam pegar a Centenário e ir para o Marabaixo não precisem mais. Elas entram na Carlos Lins Cortes e seguem direto”, explicou.

 

 

Além da mobilidade, a obra tem uma função ambiental. O secretário Jucá explicou que a chamada “travessia ambiental” permitirá maior fiscalização da área da Lagoa dos Índios e ajudará a impedir novas ocupações irregulares.

 

O projeto faz parte de um conjunto de intervenções para criar alternativas de circulação entre Macapá, Santana e Mazagão. Entre elas estão a duplicação da AP 440, no km 9, e outras ligações entre bairros e rodovias. Para o secretário, distribuir o fluxo por diferentes vias é uma forma de reduzir congestionamentos, tempo de deslocamento e consumo de combustível.

 

 

Marcos Jucá também citou a ampliação da Cora de Carvalho, na região de acesso à Duca Serra. O trecho ganhou uma terceira faixa e já está asfaltado. A sinalização e a definição do novo fluxo de trânsito ainda dependem de ajustes com os órgãos responsáveis.

 

O secretário destacou que a estratégia é criar caminhos alternativos em vez de concentrar o tráfego em uma única rodovia. “O objetivo é dar vazão por vários lugares para que as pessoas andem mais rápido e com menos combustível”, concluiu.

 

 


Deixe seu comentário


Publicidade