Cidades

‘Teremos muitas delações pela frente’, diz delegado da PF sobr

O delegado da Polícia Federal (PF) responsável pelas investigações da Operação Lava Jato em Curitiba, Igor Romário de Paula, disse acreditar que a operação, que já chegou à décima fase, “está longe de chegar ao fim”


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O delegado da Polícia Federal (PF) responsável pelas investigações da Operação Lava Jato em Curitiba, Igor Romário de Paula, disse acreditar que a operação, que já chegou à décima fase, “está longe de chegar ao fim”. Apesar de não ser uma decisão somente da polícia, Igor opiniou sobre as delações premiadas.

“Acho, sim, que ainda teremos muitas delações pela frente porque muitos investigados estão muito envolvidos nos crimes. Então, a delação é sempre uma alternativa porque há investigados com perspectiva de pena de até 50 anos”, declarou Igor.

“Claro que a maioria das coisas que estão sendo faladas nas delações seriam obtidas naturalmente com a investigação, mas demorariam mais. Então, é uma negociação, mesmo, junto com o Ministério Público e com a polícia. Adiantou muito, mas não se trata de algo que não seria identificado”, explica. Atualmente, foram fechados 12 acordos de delação premiada.

A Lava Jato começou em março de 2014 para investigar um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Ainda conforme Igor, atualmente, já é considerada a maior operação sobre corrupção realizada no Brasil e, também, a maior da história da PF em Curitiba.

“Esse trabalho é oriundo de um inquérito instaurado em Londrina para apurar movimentações financeiras de lavagem de dinheiro entre o deputado José Janene (PP) e os doleiro Alberto Youssef.

 
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