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Advogado acredita na retomada da mineração no Amapá e elogia atuação de juiz federal

Rubem Bemerguy representa a empresa Ecometals Manganês do Amapá e se diz confiante na recolocação do estado no mercado internacional da mineração.


Cleber Barbosa

Da Redação

 

O advogado amapaense Rubem Bemerguy, que há muitos anos é o procurador da mineradora Ecometals Manganês, disse nesta quarta-feira (22) em entrevista no rádio estar confiante na retomada da atividade industrial com o destravamento de uma disputa pelo embarque de minério da Serra do Navio. Ele elogiou a atuação do juiz João Bosco Costa Soares da Silva, da 2ª Vara Federal no Amapá, responsável pela sentença que pôs fim ao impasse.

Falando ao programa LuizMeloEntrevista, na rádio Diário FM (90,9), ele disse que houve uma somatória de esforços para arregimentar meios de solucionar o litígio. “Essa solução só foi possível por iniciativa e intermediação tanto do Ministério Público do Estado do Amapá quanto do Poder Judiciário do Estado do Amapá, como também da Justiça Federal, através da Vara que é presidida pelo juiz João Bosco, que me deixou absolutamente encantado com o nível de compromisso social que ele tem com o estado do Amapá”, elogiou.

Para Bemerguy, além das partes terem saído satisfeitas com a conclusão coordenada pelo magistrado, os interesses do estado também foram assegurados com as respectivas compensações.

O primeiro embarque, disse, embora tenha sido apenas da carga estocada no porto da Companhia Docas de Santana, faz parte de um conglomerado de rejeito de minério estimado em aproximadamente 3 milhões de toneladas que estão estocados em Serra do Navio. “Pela condição de rejeito não é um minério extremamente valorizado, mas que pode fazer uma circulação de recursos bastante significativa no estado do Amapá, designadamente nos municípios de Santana, Serra do Navio, Porto Grande e até Macapá mesmo”, completou.


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