Política

Bloco amazônico assina acordo com a china para desenvolver o turismo na região

Encaminhamento atende a iniciativas do governo brasileiro para simplificar a entrada dos viajantes chineses no país.

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O Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal deu mais um passo para garantir o desenvolvimento econômico e social da região, que ocupa 61% do território nacional. Nesta quinta-feira, 15, um Memorando de Entendimento para a Cooperação com a Confederação Nacional de Serviços Brasil (CNS) foi assinado pelo governador do Amapá, Waldez Góes, que preside o consórcio, e a empresa chinesa HRH Information Technologies Company.

O importante encaminhamento, que beneficia o desenvolvimento e turismo na região amazônica, atende a iniciativas do governo brasileiro para simplificar a entrada dos viajantes chineses no país. Segundo a Embaixada da China no Brasil, o país asiático é atualmente o maior emissor de turistas para o mundo. São 135 milhões que viajam todos os anos para o exterior. De acordo com a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), 69% dos chineses que vêm ao país têm como motivo negócios e 23% buscam lazer.

E o Amapá quer entrar na rota desses visitantes. De modo geral, segundo o Ministério do Turismo, entre 2017 e 2018, o número de chegadas de turistas internacionais aumentou no Amapá, de 25.425 para 33.383.

Desenvolvimento sustentável
Com a assinatura do memorando, o bloco amazônico pretende promover o desenvolvimento sustentável da região, já que o seu potencial turístico está principalmente ligado à diversidade e às paisagens naturais da Amazônia.

O acordo assinado nesta quinta-feira começou a ser construído a partir do estreitamento de relações do consórcio com os países que integram o Brics (Brasil, China, África do Sul, Rússia e Índia), e visa à cooperação mútua entre as partes com base nas potencialidades comuns, sobre investimento, infraestrutura, indústrias, turismo, e-commerce, comércio e cooperação de serviços.

O memorando terá duração de cinco anos e deverá beneficiar os nove estados que integram o consórcio com produtos e serviços brasileiros ofertados ao mercado chinês e vice-versa, através da HRH wiki-Map e plataforma HRH. O acordo vai possibilitar que Pequenas e Médias Empresas (PME) possam promover o comércio eletrônico e divulgar seus produtos e serviços locais para o mercado chinês através da plataforma HRH.

“Esse é um momento muito importante para a estratégia que estamos coordenando de desenvolvimento da Amazônia brasileira. Queremos recepcionar os turistas chineses que viajem pelo mundo e, assim movimentar a economia da região”, destacou o presidente do Consórcio Interestadual, governador Waldez Góes.

 
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