Política

Novo bloco parlamentar é lançado e inicia discussão sobre a nova mesa diretora da Câmara

Em nota, o grupo declarou que a renovação substancial da Câmara de Vereadores demonstra a intenção da sociedade em mudar radicalmente os rumos tomados por aquela casa de leis.

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Os vereadores eleitos Caetano Bentes, Diogo Sênior, Maraina Martins e Rayfran Beirão selaram nesta quinta-feira, 6, a construção de um bloco parlamentar independente que declarou apoio à reeleição do prefeito Clécio Luís e quer iniciar a discussão sobre a nova mesa diretora da Câmara de Vereadores.

 Em nota, o grupo declarou que a renovação substancial da Câmara de Vereadores demonstra a intenção da sociedade em mudar radicalmente os rumos tomados por aquela casa de leis. “Neste sentido, trabalhamos na formação de um bloco político diametralmente oposto à atual direção daquela casa, composto por novos e veteranos vereadores, mas com formação paritária à renovação, visto que, se a sociedade entendeu por renovar em mais de 60% o parlamento municipal, essa renovação também deve se estender à mesa diretora”, diz a nota.

 “Entendo que a escolha do presidente da Câmara de Vereadores constitui ato relevante para a democracia municipal, porque o legislativo representa os interesses da sociedade e constitui o instrumento mais próximo do cidadão. Portanto, considero imprescindível que todos os vereadores façam suas reflexões pautados nos interesses de Macapá e não naqueles de natureza político partidária”, disse Caetano Bentes, membro do bloco.

 Maraina Martins afirma que não existe no bloco parlamentar vaidades ou imposições, e nem postulantes natos a qualquer cargo de direção da casa. “Todas as decisões serão endossadas pela maioria”, afirmou.

 Para o grupo, o novo presidente deve agregar experiência administrativa e estar filiado a partido político distinto do Prefeito Municipal, mantendo assim a autonomia daquela casa. “A primeira qualidade, porque a Câmara de Vereadores tem orçamento similar a prefeituras amapaenses de pequeno porte, o que exige experiência administrativa. E a segunda, porque o legislativo tem a função de fiscalizar o chefe do executivo o que torna temerário, por exemplo, que o presidente da câmara seja filiado ao mesmo partido do prefeito municipal”, afirmam na nota.

 
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