Política

Proporcionalmente, Assembleia Legislativa do Amapá tem a maior bancada feminina do país

É no meio do mundo que está a Assembleia Legislativa do Brasil com o maior número de deputadas estaduais, proporcionalmente.

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É no meio do mundo que está a Assembleia Legislativa do Brasil com o maior número de deputadas estaduais, proporcionalmente. A Casa de Leis do Amapá tem hoje 24 parlamentares. Deste total, 10 são mulheres. Em segundo lugar vem o Distrito Federal, com cinco deputadas em um universo de 24 parlamentares.

Formam a maior bancada feminina do país, proporcionalmente, as deputadas estaduais Aparecida Salomão (PSD), Cristina Almeida (PSB), Edna Auzier (PSD), Janete Tavares (PSC), Luciana Gurgel (PMB), Maria Góes (PDT), Marilia Góes (PDT), Raimunda Beirão (PMB), Roseli Matos (PP) e Telma Gurgel (PSL). São mulheres que vieram de repartições públicas e privadas; líderes de movimentos, classes e comunidades, que se filiaram a um partido político atraídas por alguma causa social e que conquistaram o mandato na Casa de Leis do estado.

Para se ter uma ideia de como isso representa e muito o avanço da participação da mulher na política amapaense e a força dela dentro do Poder Legislativo do Amapá, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a maior bancada de parlamentares estaduais do Brasil, dos 94 deputados, apenas 10 são do sexo feminino. Já a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a segunda do país com o maior número de parlamentares estaduais, das 77 cadeiras, apenas 6 são ocupadas por mulheres. A Casa de Leis do Estado do Rio de Janeiro, das 70 cadeiras, somente 8 são ocupadas pelo sexo feminino.

Outro dado relevante é o número de deputadas que compõem a mesa diretora da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap). Hoje, dos 6 parlamentares que ocupam função na mesa diretora da Alap, a metade é composta por deputadas, são elas: Roseli Matos (1ª vice-presidente), Edna Auzier (1ª secretária) e Raimunda Beirão (4ª secretária). Isso também se repete nas comissões e frentes parlamentares da Casa, onde elas também ocupam a função de presidente ou vice-presidente.

Os números também apontam que hoje somente 10% das cadeiras nas Assembleias Legislativas são ocupadas por mulheres em pelo menos dez estados brasileiros. Essa baixa representatividade feminina nos Legislativos estaduais não é exclusividade de nenhuma região do país, o que para o estado do Amapá é um grande avanço na política do empoderamento feminino.

 
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