Turismo

Na rota dos CRUZEIROS

Operadores de turismo do Amapá querem entrar na disputa pelos passageiros internacionais que viajam anualmente pela Amazônia

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Texto:  Cleber Barbosa

A localização geográfica do Amapá, na foz do maior rio do mundo, o Amazonas, favorece não apenas o transporte de cargas, mas também o de passageiros. É nesse sentido que operadores de turismo e agentes de viagem se mobilizam para incluir uma parada – mesmo que por algumas horas – em um porto local. A ideia é levar esses turistas a conhecerem atrativos tucujus como a Fortaleza de São José de Macapá, o Monumento Marco Zero do Equador, o Quilombo do Curiaú e o Museu Sacaca, entre outros.

Em uma dessas viagens, cerca de setecentos turistas vindos da Flórida (Estados Unidos) desembarcaram no porto do município de Santana. Os turistas estavam há 30 dias em alto mar no navio Prinsendam, de bandeira britânica. O cruzeiro teve início na Flórida e terminaria em Amsterdã, na Holanda, passando por Lisboa, Bilbao, Corunha, Falmouth, Le Havre, Dover e Brasil. Outros gigantes dos mares, como o navio holandês Amsterdam (foto), também tiveram passagens pelo estado, tendo sido recebidos inclusive com a dança do marabaixo, maior identidade cultural dos amapaenses.

Como a barra norte do rio Amazonas é passagem obrigatória para todas as embarcações que sobem o rio mar, a estratégia para o Amapá é divulgar essa estada rápida por aqui, a primeira locação da Amazônia Brasileira. “O navio poderá percorrer toda a Amazônia. Ele começa em Macapá, e continua em Santarém, Belém e Manaus”, explica João Ribeiro, diretor da empresa responsável pela captação de navios para a Amazônia.

 
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