Cleber Barbosa

Imprensa

A histórica edição nº 001 da Revista Diário foi objeto de trabalho acadêmico, nesta semana, orientado pela professora Daniele Marques. Conteúdo jornalístico foi bastante elogiado, assim como o projeto gráfico e acabamento. A professora inclusive escreveu artigo que será publicado na próxima edição.

Paradoxo

Por falar naquela mencionada primeira edição, cuja matéria de capa foi de minha lavra, ainda rende debate na redação, especialmente pelo amigo editor Douglas Lima. “A vez do porto”, dizia a manchete. É que todo mundo dizia isso com o arrojado projeto de embarcar a soja por lá. Ainda é a vez dele…

Reação

O Brasil exportou 34,14 milhões de toneladas de minério de ferro em outubro, uma alta de 7,3% em relação ao mesmo mês no ano passado. Na comparação com o mês de setembro, maior volume mensal do ano até o momento, houve uma queda de 4%. 

Parado

Enquanto isso, por aqui onde temos bastante ferro, não se embarca uma pedrinha sequer tem um tempão. Falta recuperar o porto que desabou em Santana, pois o da Companhia Docas não foi feito pra isso.

‘Soldado’

O ex prefeito Roberto Góes já teria revelado a mais próximos que sua vontade é continuar na Câmara dos Deputados. Mas se for convocado pelo partido, diz que topa disputar de novo o cargo de prefeito.

Imposto

Vantuíler Júnior, que preside o Clube do Carro Antigo do Amapá, disse ontem em tom de brincadeira que planeja cobrar royalties do GEA pela parcela do público que tem ido ao estande deles na Expofeira.

Atração

Olha, não é de hoje que a gente fala da paixão do brasileiro por automóvel. Um clube organizado com carros antigos e completamente restaurados na verdade já merecia um museu em Macapá. Só acho.

Bronca

Leitora da coluna envia mensagem para reclamar dos ‘flanelinhas’ do Centro de Macapá. Na verdade ‘flanelões’. Ela diz que eles se comportam como verdadeiros donos das vagas e, como tal, fazem cara de poucos amigos quando o cliente não tem o dinheiro para estacionar. Isso é uma amolação.

Questão

Ainda sobre os guardadores de carros, a gente reconhece que são trabalhadores como tantos outros. Há alguns que se tornam conhecidos até, mas falta mesmo é a regulamentação da atividade, como cadastro, identificação, coletes e uma norma de conduta. Com a palavra a autoridade do trânsito. Ou do passeio.

Ajuda

Outra mensagem de leitora nos chega questionando a ‘caixinha’ que os garçons cobram nos restaurantes. Vamos apurar melhor o assunto, para saber o que diz a lei, mas sabe-se que aqui é opcional, ou seja, o cliente paga se quiser os 10% a mais. Não vi ninguém se recusar até hoje.