Última hora Polícia Política Cidades Esporte

Heraldo Almeida

Funarte divulga mapeamento da dança no país

A Fundação Nacional de Artes divulga o Mapeamento Nacional da Dança, um estudo abrangente sobre a área que mobilizou 25 pesquisadores, um técnico e 59 alunos de graduação de dez universidades públicas e uma privada.

Uma parceria inédita entre a instituição e a Universidade Federal da Bahia. A iniciativa garante, pela primeira vez, o mapeamento de diversas instituições, organizações, associações e grupos de dança de oito capitais das cinco regiões do Brasil: Curitiba (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Belém (PA).

Para a Funarte, o mapeamento não apenas fortalece o papel da instituição como articuladora das artes no Brasil, como também proporciona maior conhecimento sobre a dança nacional e uma aproximação direta da classe. Os indicadores serão utilizados como objeto de estudo na formulação de políticas públicas para o setor.

Através de um cadastro on-line, foi possível levantar, analisar e descrever qualitativa e quantitativamente indicadores da cadeia produtiva da dança, em suas dimensões social, econômica e artística. A proposta do mapeamento surgiu em 2010, durante reunião do Colegiado Setorial da Dança. (www.cultura.gov.br).

Instrumental
Vai começar a 8ª edição do maior festival de música instrumental da Amazônia, o Amapá Jazz Festival.
Dias 20 e 21 de outubro, no Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano, no Araxá, às 21h.
A realização é do cantor e compositor, Finéias Nelluty. O evento será em homenagem ao músico, Sebastião Mont’Alverne (In Memorian).

Hip hop
Projeto de Lei 056/2015 do deputado estadual Da Lua institui o Hip Hop como movimento cultural e musical de caráter popular.
A partir de agora vai competir ao poder público assegurar a esse movimento a realização de suas manifestações próprias.

Cinema
A Agência Nacional do Cinema (Ancine) investe mais R$ 70 milhões no projeto Brasil de Todas as Telas.
Os recursos serão para as produções de conteúdo para televisão e na complementação de recursos para obras de longa-metragem. (www.cultura.gov.br).

Chorões
Não se pode falar nada daqueles que deixam de fazer algo melhor pela nossa cultura tucuju, que logo vão às lágrimas.
Então parem de prometer aquilo que sabem que não vão cumprir. Ora, bolas.

“Batom Bacaba”
Dia 11 de novembro tem show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos.

Teatro
Dias 18 e 19 de outubro tem espetáculo teatral “O Encantamento do Boi”, com a o grupo Pirlimpimpim.
No Teatro das Bacabeiras, às 18:30h.

Momento Lennon 
Projeto MPA relembra o antigo Bar do Lennon (década de 80) onde se cantava e tocava a boa música popular brasileira. Esquina da rua Gal. Rondom com a av: Iracema Carvão Nunes (Centro).
Acontece toda sexta no bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva, 21h.

Conheça o beija flor Brilho-de-Fogo

O beija-flor-brilho-de-fogo (Topaza pella) é uma ave da família Trochilidae. As terras amapaenses abrigam o beija-flor que é considerado o maior e mais bonito espécime existente no Brasil. Seu nome científico é Topaza Pella, mas é mais conhecido como Beija-flor-brilho-de fogo ou topázio-vermelho. Também é encontrado em Roraima, Pará, Maranhão, nas Guianas, Venezuela e Leste do Equador.

O macho, com cerca de 20 centímetros de comprimento (incluindo aqui a cauda, com duas penas alongadas e cruzadas), tem a garganta dourada ou verde-metálica, com a barriga vermelha-metálica. Já a fêmea, menor (cerca de 12 centímetros), é verde-amarronzada, também com garganta vermelha-metálica.

Eles constroem seus ninhos em galhos debruçados sobre os igarapés. Estes possuem forma de taça. Antes, durante as cerimônias pré-nupciais, o macho bate as asas diante da fêmea pousada, abrindo e fechando a cauda. O beija-flor costuma tomar banhos em riachos e igarapés, onde chega a nadar sob a água em trajetos curtos. Para se secar, sacode a plumagem em pleno o voo. São poucos lugares que se tem a chance de se deparar com esse bichinho, mas encontrá-lo é um momento inesquecível.

O macho mede cerca de 20 cm de comprimento (mais da metade corresponde à cauda) e a fêmea 12 cm. O macho tem duas penas da cauda muito alongadas e cruzadas, garganta dourada ou verde-metálica e barriga vermelha-metálica e a fêmea é verde-amarronzada com garganta vermelha-metálica. (pt.wikipedia.org).

É hoje
Nesta sexta, 14, tem show de Branda Melo no Projeto MPA, com participação especial de Enrico Di Miceli, Naldo Maranhão e Cley Lunna.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva (atrás da Seed), 21h. Informações: 98119-2790.]

Festival
Movimento Nação Marabaixeira vai realizar o Festival Cantando Marabaixo, em dezembro, mas ainda sem data e local definidos.
Bela iniciativa.

“Batom Bacaba”
Dia 11 de novembro tem show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos.

Teatro
Dias 18 e 19 de outubro tem espetáculo teatral “O Encantamento do Boi”, com a o grupo Pirlimpimpim.
No Teatro das Bacabeiras, às 18:30h.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20 e 21 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Destaque
Enrico Di Miceli é um dos maiores compositores músicos da Amazônia, com obras autorais e em parcerias com vários artistas musicais brasileiros.
Merece o destaque e o registro.

Marabaixo
Nome da maior e mais autêntica manifestação artística cultural do povo amapaense.
Ritmo dançado pelas comunidades negras do estado.

Biblioteca para o Audiovisual brasileiro

A Cinemateca Brasileira, que completou 70 anos na última sexta-feira (7), conta com rico acervo da produção audiovisual brasileira. Parte dele, cerca de 70 mil itens, se encontra na Biblioteca da instituição. Além do espaço reunir um acervo bibliográfico especializado sobre o audiovisual brasileiro, contempla assuntos relacionados, como cinema mundial, televisão, vídeo, fotografia e políticas culturais, entre outros.

O bibliotecário Alexandre Yavato trabalha há cinco anos no local e diz que, a cada dia, se depara com novo conhecimento. “O que mais gosto aqui é a pesquisa. A cada dia, me deparo com títulos diferentes, um conhecimento diferente ou um fato que eu não sabia”, conta.

Yavato explica ainda que há cerca de 2,3 mil livros sobre produção audiovisual; 3 mil periódicos de cinema, tanto nacionais quanto estrangeiros, e 2,2 mil títulos da coleção de documentação diversa, constituída por roteiros, listas de diálogos, legendas e descrições de cenas, entre outros. Também faz parte do acervo a coleção de DVDs, VHS e Blu-ray, que pode ser assistida somente na biblioteca. “As procuras vão da história da Cinemateca à do cinema brasileiro”, conta Yavato. “Há muitos estudantes que vêm aqui e procuram coisas que não estão em bibliotecas comuns, como roteiros específicos de filmes brasileiros”, informa.

A biblioteca foi aberta ao público em 1954, como biblioteca da Filmoteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em 2002, a biblioteca foi incorporada ao Centro de Documentação e Pesquisa da Cinemateca Brasileira e recebeu o nome do crítico, professor e principal fundador da instituição, Paulo Emílio Sales Gomes (1916-1977). (www.cultura.gov.br).

Verdade
Iniciada a propaganda eleitoral gratuita (rário e TV), ontem (10), vamos ficar atentos as verdades de quem tem propostas para a cultura artística de Macapá.
Não vale do engana.

Projeto MPA
Sexta, 14, tem show de Branda Melo no Projeto MPA, com participação especial de Enrico Di Miceli, Naldo Maranhão e Cley Lunna.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva (atrás da Seed), 21h. Informações: 98119-2790.

“Batom Bacaba”
Dia 11 de novembro tem show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos.
No Teatro das Bacabeiras, 21h.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20 e 21 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Lamentável
A qualidade musical que está sendo produzida no Amapá é indiscutível, mas nossos representantes não demonstram interesses em reconhecer.
Basta andar pelos municípios e ver que outras culturas ocupam o lugar de nossos artistas. Lamentável.

Reconhecimento
Artistas amapaenses reconhecem a importância do Sistema Diário de Comunicação, no processo de divulgação e valorização da cultura tucuju.

Visão
A mídia nacional (centrão) começa a perceber que a arte que é produzida na região norte brasileira, com linguagem amazônica, é viável para o país e tem qualidade.
Já estamos produzindo há décadas, “sumanos”. Basta ter visão e sair da mesmice.

Destaque
Cantora amapaense Patrícia Bastos, está encantando o Brasil com sua música e voz, cantando o que é nosso.
Seu 6º CD “Batom Bacaba”, lançado em 29 de setembro, no Rio de Janeiro, vem conquistando outros públicos de outras paragens do país. Dá-lhe, “caboca”.
Merece destaque e o registro da coluna.

Saiba o que é cultura de massa

A expressão “Cultura de Massa”, posteriormente trocada por “indústria cultural”, é aquela criada com um objetivo específico, atingir a massa popular, maioria no interior de uma população, transcendendo, assim, toda e qualquer distinção de natureza social, étnica, etária, sexual ou psíquica. Todo esse conteúdo é disseminado por meio dos veículos de comunicaçã o de massa.

Antes do advento da cultura de massa, havia diversas configurações culturais – a popular, em contraposição à erudita; a nacional, que entretecia a identidade de uma população; a cultura no sentido geral, definida como um conglomerado histórico de valores estéticos e morais; e outras tantas culturas que produziam diversificadas identidades populares.

Mas, com o nascimento do século XX e, com ele, dos novos meios de comunicação, estas modalidades culturais ficaram completamente submergidas sob o domínio da cultura de massa. Veículos como o cinema, o rádio e a televisão, ganharam notório destaque e se dedicaram, em grande parte, a homogeneizar os padrões da cultura.

Como esta cultura é, na verdade, produto de uma atividade econômica estruturada em larga escala, de estatura internacional, hoje global, ela está vinculada, inevitavelmente, ao poderoso capitalismo industrial e financeiro. A serviço deste sistema, ela oprime incessantemente as demais culturas, valorizando tão somente os gostos culturais da massa.

Esta cultura é hipnotizante, entorpecente, indutiva. Ela é introjetada no ser humano de tal forma, que se torna quase inevitável o seu consumo, principalmente se a massa não tem o seu olhar e a sua sensibilidade educados de forma apropriada, e o acesso indispensável à multiplicidade cultural e pedagógica. (Ana Lúcia Santana)

Reconhecimento 
A música feita no Amapá com essa linguagem amazônica de cantar o que é nosso, falando bem das riquezas daqui, é muito forte e prazeroso acreditar na viabilidade desse produto.
Pena que nossos representantes não reconhecem tanta riqueza, mas prefiro dizer que ignoram, pois já passou da hora de andar com o “pires na mão”, como se nossa arte fosse eternamente sobreviver como “pedinte”.

Samba no Mercado
Nesta sexta tem projeto Samba no Mercado Central, às 19h, com vários grupos de samba e pagode.
A realização é do Movimento Cultural Perfil do Samba em parceria com a Associação amigos do Mercado Central.

É hoje
Nesta sexta, 7, é a vez do cantor e compositor Zé Miguel, fazer show no Projeto da Música Popular Amapaense (MPA).
Artistas convidados especiais: Loren Cavalcante, Amado Amâncio e Anna Macedo.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro, às 21h. Informações: 99118-2900.

Destaque
Paraense de 17 anos, Afonso Capello, foi classificado na primeira fase do programa The Voice Brasil (Globo) na quarta, 5.
Região norte a cada instante, conquistando o Brasil com sua arte musical.

Agenda
Nesta sexta, 7, tem exposição de artes visuais “Entre-Linhas”, poética das artistas Antoniele Xavier, Carla Marinho, JJ Nunes e Pietá Miranda.
Na galeria do Museu da Fortaleza de São José de Macapá, às 16h. Entrada franca.

“Amapá”
Título do novo CD do cantor e compositor Mauro Guilherme, que em breve será lançado.
É o 3º na carreira do artista.

Projeto MPA
Antecipando o convite para o show da cantora Brenda Melo, no Projeto MPA, sexta, 14, com participação especial de Enrico Di Miceli, Naldo Maranhão e Cley Lunna.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva (atrás da Seed), 21h. Informações: 98119-2790.

“Batom Bacaba”
Dia 11 de novembro tem show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos.
No Teatro das Bacabeiras, 21h.

Dança para todas as idades

A Graham Cia de Dança, comandada pela coreografa Cleide Façanha, trás nesta quinta-feira (6), ao Teatro das Bacabeiras, mais uma edição do espetáculo Dovertssement, que resgata, através de movimentos, as brincadeiras de crianças dos anos 70, 80 e 90, com muita criatividade e delicadeza. Com duração de 45 minutos, a performance mostra as brincadeiras do tempo da amarelinha, das bonecas de pano, do elástico, das brincadeiras de roda, onde a ordem era se divertir, brincar com o próprio erro, superar limites, dificuldades, dividir, trocar. A apresentação será a partir das 19h30. Os ingressos estão à venda ao preço de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia entrada).

Esta é uma programação indicada para todas as idades, e que vem conquistando corações por onde passa. Sim, é que com o Divertssement a Companhia viajou 10 estados da Amazônia Legal, pelo circuito do Sesc Amazônia das Artes, em 2013, e também foi a convidada especial do Palco Giratório deste ano. No mês que se comemora o Dia das Crianças, esta é uma ótima pedida cultural.

A produção do Divertssement é um espetáculo a parte, a trilha sonora é totalmente exclusiva, assinada pelo músico amapaense Paulinho Bastos, e a iluminação dá ainda mais encanto à apresentação das 10 bailarinas no palco. Divertssement tem bolas, bambolês, tamancos de lata, acionam as emoções boas trazidas pelas brincadeiras de um cotidiano simples, e são esses objetos que vão colorindo e divertindo o espetáculo, ora em grupo, ora separado, nunca sozinho, e sempre em movimentos belos. (Rita Torrinha).

É hoje
Nesta quinta, 6, tem espetáculo de dança “Divertissement”, no Teatro das Bacabeiras, às 19:30h.
A realização é do Graham Cia de Dança.

Agenda
Sexta, 7, é a vez do cantor e compositor Zé Miguel, fazer show no Projeto da Música Popular Amapaense (MPA).
Artistas convidados especiais: Loren Cavalcante, Amado Amâncio e Anna Macedo.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro, às 21h. Informações: 99118-2900.

“Entre-Linhas”
Sexta, 7, tem exposição de artes visuais “Entre-Linhas”, poética das artistas Antoniele Xavier, Carla Marinho, JJ Nunes e Pietá Miranda.
Na galeria do Museu da Fortaleza de São José de Macapá, às 16h. Entrada franca.

Instrumental
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data para acontecer. Dias 21 e 22 de outubro, no Norte das Águas (Araxá), Complexo Marlindo Serrano.
A produção é do artista Finéias Nelluty.

Lançamento
Dia 11 de novembro tem show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos.
No Teatro das Bacabeiras, 21h.

Rock
Dia 8 de outubro tem o show “Plano B” (Rock Fuga), no bar “O Barril”. Esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton silva – Centro, às 22h.

“Amapá”
Título do novo CD do cantor e compositor Mauro Guilherme, que em breve será lançado.
É o 3º na carreira do artista.

Projeto de leitura ocupa Praça Veiga Cabral

Com o objetivo de incentivar o gosto pela leitura e democratizar o acesso ao livro desde a infância, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) realizará no dia 14 de outubro, das 16h30 às 18h, o projeto Leitura na Praça, na Veiga Cabral. Organizado pelas Divisões de Recursos Didáticos e de Educação Infantil, a iniciativa ocupará o espaço com múltiplas atividades de mediação de leitura para receber cerca de 200 alunos da educação infantil (crianças com idade entre 4 e 5 anos) com música, brincadeiras, palhaços, colorido e personagens de histórias infantis.

Será um momento de aprendizado coletivo, no qual as crianças escutam histórias, leem umas para as outras e se divertem livremente, dando asas às suas infinitas criatividades. Os cantos temáticos serão divididos em 10: Meio Ambiente; Cantinho Étnico (O cabelo de Lelê); Leitura e música (Claudevânia); Na magia dos contos de fadas; O encanto das lendas; Criança também tem direitos; Cantinho do gibi; No mundo de Lobato; Historias da vovó e Criança também conta história (livros compostos somente de imagem). Os cantinhos funcionarão por meio de rodízio, com duração de 20 minutos para cada, ou seja, a criança usufruirá de todas as atividades.

A Praça Veiga Cabral, localizada no Centro de Macapá, desde que foi revitalizada pela prefeitura, tornou-se um ponto de encontro e lazer para a população macapaense. Diversas tribos e as famílias voltaram a frequentar o local e se encontram para se divertir, conversar e até realizar aniversários infantis. Cada vez mais a praça está sendo explorada para atividades culturais, e a iniciativa da Semed será uma das primeiras ações de incentivo à leitura naquele espaço. Será um evento voltado a alunos da rede municipal de ensino, mas também será aberto à comunidade. (Rita Torrinha/Asscom Semed).

Projeto MPA
Sexta, 7, é a vez do cantor e compositor Zé Miguel, fazer show no Projeto da Música Popular Amapaense (MPA).
Artistas convidados especiais: Loren Cavalcante, Amado Amâncio e Anna Macedo.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro, às 21h. Informações: 99118-2900.

Dança
Quinta, 6, tem espetáculo de dança “Divertissement”, no Teatro das Bacabeiras, às 19:30h.
A realização é do Graham Cia de Dança.

“Batom Bacaba”
Nesta quarta, 5, tem show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos, no Centro Cultural Rio Verde, em São Paulo, às 20:30h.
Dia 11 de novembro é em Macapá, no Teatro das Bacabeiras.

Mais forte
A cada sexta-feira o Projeto MPA fica mais forte. O espaço está ficando pequeno para receber tanta gente que valoriza a música feita em casa, com tempero amazônico na temática.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro, às 21h.

Luto
A cultura amapaense perde Sebastian Campos, mais um talentoso artista, que atuava em vários segmentos.
Na quadra junina, teatro, carnaval e outros. Faleceu, ontem (4), no Hospital. Sua alegria vai deixar saudade.

“Pêndulo”
Titulo da nova música do cantor e compositor Paulinho Bastos, que já está em estúdio gravando seu 1º CD.
Já estamos no aguardo.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data para acontecer. Dias 21 e 22 de outubro, no Norte das Águas (Araxá), Complexo Marlindo Serrano.
A produção é do artista Finéias Nelluty.

Brasil de Todas as Telas com mais investimentos

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul divulgaram nova lista de projetos para cinema e TV que receberão investimentos do Programa Brasil de Todas as Telas. São 16 projetos no total: nove longas-metragens para as salas de cinema (seis de ficção, dois documentários e uma animação), dois telefilmes, quatro séries documentais e uma série de ficção para veiculação na televisão por assinatura, que receberão um total de R$ 16,1 milhões em recursos do Fundo setorial do Audiovisual.

Pelo Prodecine, na qual as distribuidoras apresentam projetos de produção de longas-metragens, foram cinco os contemplados: os documentários “Proibido nascer no paraíso”, de Joana Nin, apresentado pela Boulevard Filmes, e “Jair Rodrigues – Deixa que digam”, de Rubens Rewald, apresentado pela Elo Company; e os filmes de ficção Albatroz, de Daniel Augusto, apresentado pela Paris Filmes, “Montanha Russa” (Molambo), de Vinicius Reis, apresentado pela Pandora Filmes, e “Argelino por acaso”, de Karim Aïnouz, apresentado pela Gullane Entretenimento.

Três longas-metragens foram selecionados pela Prodecine que receberão recursos para a fase de comercialização da obra. Foram contemplados dois filmes de ficção (Antes o tempo não acabava, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, e A cidade onde envelheço, de Marília Rocha) e um de animação (Bruxarias, de Virginia Curia). A operação também contemplou sete projetos destinados às grades de programação das TVs por assinatura. Pela Prodav, foram contemplados três projetos documentais com a primeira exibição prevista para o canal CineBrasilTV: as séries Brasil do povo, de Ugo Giorgeti, e Marcadas para morrer, de Belisário Franca, e o telefilme A idade da água, de Orlando Senna. (www.cultura.gov.br).

É hoje
Chegou o dia do show de lançamento do CD “São Batuques”, de Beto Oscar e Helder Brandão, no Projeto MPA.
Artistas convidados especiais: Amadeu Cavalcante, João Amorim, Nitay Santana, Roni Moraes e Joãozinho Batera.
Nesta sexta, 30, no bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro, ás 21h.

“Entre-Linhas”
De 7 a 28 de outubro vai acontecer a exposição “Entre Linhas”, na Fortaleza de São José de Macapá.
Um alinhavo de delicadezas e de suaves construções gráficas, das artistas Antoniele Xavier, Carla Marinho. Jenifer Nunes e Piedade Miranda. Das 8h às 18h.

Barca
Dia 5 (quarta), tem show “A Barca do Iraguani”, no Bar do Nêgo, próximo ao Trapiche Eliezer Levy (Beira Rio), às 17h.
Participações especiais: Naldo Maranhão, Beto Oscar, Joãozinho Gomes, Marabaixo da Lia, Helder Brandão, Afrane Távora, DJ Chiquinho e outras atrações.

Sucesso
Foi sucesso o show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos, ontem (29), no Solar de Botafogo, Rio de Janeiro. A assinatura é da Natura Musical (patrocinadora).
Dia 11 de novembro será no Teatro das Bacabeiras, em Macapá.

“Batom Bacaba”
Novo CD de Patrícias Bastos, “Batom Bacaba” (sexto da carreira), possui treze músicas com ritmos do Amapá como o Marabaixo e o Batuque, além do Cacicó, por meio das canções.
Algumas compostas exclusivamente para o álbum, outras garimpadas nos repertórios de composições da região norte do país como Joãozinho Gomes, Enrico di Miceli, Paulinho Bastos e também dos paulistas Dante Ozzetti e Luiz Tatit, que ganham arranjos especiais para esse trabalho. (Natura Musical).
Músicas: Loba Boba (Zeca Baleiro/Joãozinho Gomes); Luz de Lampião (Nilson Chaves/Joãozinho Gomes); O Desenho da Cidade (Dante Ozzetti/Luiz Tatit); Mei Mei (Val Milhomem/Joãozinho Gomes); Brisa e Brasa (Dante Ozzetti/Luiz tatit); Domingo de Páscoa (Paulinho Bastos); Batom Bacaba (Enrico di Miceli/Joãozinho Gomes); Horizonte (Dante Ozzetti/Luiz Tatit); O Batom Que Não Viu (Paulinho Bastos); Tudinho Acesa (Dante Ozzetti/Joãozinho Gomes); Manto D’agua (Renato Rosa/Ronaldo Silva); Banto (Paulinho Bastos); Mameluca (Val Milhomem/Joãozinho Gomes). Direção musical de Dante, que divide a produção com Du Moreira.

Agenda
Dia 8 de outubro tem o show “Plano B” (Rock Fuga), no bar “O Barril”. Esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton silva – Centro, às 22h.  

Samaúma: a rainha da floresta

Samaúma ou Sumaúma (Ceiba pentranda) é uma árvore encontrada na Amazônia. É considerada sagrada para ao antigos povos “maia” e os que habitam as florestas. A palavra samaúma é usada para descrever a fibra obtida dos seus frutos. A planta é conhecida também por algodoeiro. Cresce entre 60–70m de altura e o seu tronco é muito volumoso, até 3 m de diâmetro com contrafortes. Alguns exemplares chegam a atingir os 90m de altura, sendo, por isso, uma das maiores árvores da flora mundial.

Essa árvore consegue retirar a água das profundezas do solo amazônico e trazer não apenas para abastecer a si mesma, mas também pra repartir com outras espécies. De crescimento relativamente rápido, pode alcançar os 40 metros de altura. Em determinadas épocas “estrondam” irrigando toda a área em torno dela e o reino vegetal que a circunda.

A samaumeira é tipicamente amazônica, conhecida como a “árvore da vida” ou “escada do céu”. Os indígenas consideram-na “a mãe” de todas as árvores. Suas raízes são chamadas de sapobemba. Estas raízes são usadas na comunicação pela floresta, que é feita através de batidas em tais estruturas. Possui uma copa frondosa, aberta e horizontal.

Além disso, a árvore apresenta propriedades medicinais e é considerada pelos povos da floresta, uma árvore com poderes mágicos, protegendo inclusive as demais árvores e os habitantes da floresta. A fibra é muito leve, altamente inflamável e resistente à água. O processo de separação da fibra é manual. É usada como uma alternativa ao algodão para encher almofadas, colchões (antigamente) e para isolamentos. Na atualidade, a sumaúma foi substituída por materiais sintéticos. As sementes produzem um óleo usado para fabricar sabão e também s& atilde;o usadas como o fertilizante. (www.caliandradocerrado.com.br).

Prêmio Funarte
Inscrições abertas para o Prêmio Funarte de Composição Clássica 2016, até o dia 13 de outubro.
Serão selecionadas 45 obras para compor o repertório da XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea, a ser realizada pela Fundação em outubro de 2017. (www.cultura.gov.br).

Destaque 
Jornalista cultural Cláudio Rogério, é o diretor de carnaval e um dos pesquisadores de vários enredos de Boêmios do Laguinho, inclusive do último título (2014).
Criado nos campos do Laguinho, o jovem e competente carnavalesco tem trabalho assinado em diversos segmentos da cultura artística amapaense.
Merece o destaque e o registro da coluna. Parabéns.

Projeto MPA
Na sexta, 30, é a vez de Beto Oscar e Helder Brandão se apresentarem no palco do Projeto MPA com o show “São Batuques”.
Artistas convidados para dividir o palco: Amadeu Cavalcante, Joãozinho Batera, Roni Moraes, João Amorim e Nitay Santana.
No bar O Barril, Esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton silva – Centro, às 21h. Informações: 99125-9182 ou 98122-2801.

Lançamento
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Em Belém
Cantor e compositor amapaense, Nivito Guedes, está com agenda de shows em Belém (PA).
Dia 11 de outubro ele vai soltar a voz no “Bar Fiteiro”, av: Visconde de Souza Franco (Doca), 22h.
Artistas convidados: Eudes Fraga, Pedrinho Callado e Paulinho Mururé.

Cantoria
Na quinta, 29, tem show o “Amor e Fé”, com a cantora Fafá de Belém e Pe. Fábio de Melo, no Ceta Ecotel, às 21h.

O Curiaú está dentro de mim e do meu negro olhar

Conhecido com o endereço e a inspiração dos poetas e compositores tucujus. Curiaú ou cri-a-ú, uma criação de bois.Distante a 8 km da capital Macapá, é formada por dois pequenos núcleos populacionais “Curiaú de Dentro e Curiaú de Fora”. Constitui-se em uma das raras comunidades negras existentes no País. O Curiaú é também uma área de preservação ambiental (APA), que tem como objetivo a proteção e conservação dos recursos naturais e ambientais da região. Embora muitos espaços de sua área já tenha sido invadidos pelos homens da cidade. Mesmo assim os moradores da APA do Rio Curiaú lutam para preservar além da beleza natural da região, que ali habita, da memória dos antigos escravos trazidos no séc. XVIII para a construção da Fortaleza de São José. Foram eles os formadores dos pequenos núcleos familiares que originaram a Vila do Curiaú (antigo quilombo) e as demais comunidades existentes na área.

Residem atualmente na Área de Proteção Ambiental no Rio Curiaú, cerca de 1.500 pessoas divididas em quatro comunidades – Curiaú de Dentro, Curiaú de Fora, Casa Grande e Curralinho. Para essas pessoas a preservação da beleza local é uma questão de sobrevivência: é preciso manter os peixes, as garças e a graça do lugar.

O negro está presente na história do Amapá desde o começo da ocupação em meados do século XVIII. Os primeiros chegaram à região em 1751, trazidos como escravos por famílias do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Maranhão, que vinham povoar Macapá. Em seguida começaram a ser importados da Guiné Portuguesa, principalmente para a cultura do arroz. O maior contingente veio a partir de 1965 para a construção da Fortaleza São José de Macapá. Em abril desse mesmo ano, o governo do Grão-Pará mantinha 177 negros escravos trabalhando no forte. Alguns morreram de doenças como o sarampo e a malária e por acidente do trabalho. Outros conseguiram fugir aventurando-se pelo Lado do Curiaú.

Nessa região o português Manoel Antônio Miranda, mantinha propriedade, na chamada Lagoa de Fora e não se importou de acolher os escravos. Também os franceses que procuravam fixar-se na margem direita do Rio Araguari estimularam a formação de quilombos. Em 1862, quando a população de Macapá era de 2.780 habitantes, os negros escravos somavam 722, cerca de 25%. A comunidade negra sempre contribuiu para a formação cultural, econômica, social e política do Amapá. O Curiaú é um exemplo dessa contribuição.

Agora falando da poesia do lugar, lá no chamado “quilombo”, moram pessoas maravilhosas, e as que visitam o lugar se encantam com tanta beleza, capaz de dizer que ali é um paraíso, e é mesmo. Nossos letristas-compositores chegam a dizer que o velho Curiaú serve de fonte inspiradora para suas obras musicais e literárias. Como o cantor e compositor amapaense, Val Milhomem, que destacou em uma de suas canções, “Pras Minhas Paixões”, que “O Curiaú não é no sul, está dentro de mim, do meu negro olhar e da minha solidão”. Emoção profunda pelo orgulho de assumir sua identidade e reconhecer a importância daquele lugar diante do mundo e dizer que esse canto do Brasil é no Amapá e não do lado de lá.

Sucesso
A cada sexta o Projeto MPA vem recebendo grande público que curte a música produzida no Amapá, com linguagem amazônica, cantando o que é nosso.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro. Às 21h.

Projeto MPA
Na sexta, 30, é a vez de Beto Oscar e Helder Brandão se apresentarem no palco do Projeto MPA com o show “São Batuques”.
Artistas convidados para dividir o palco: Amadeu Cavalcante, Joãozinho Batera, Roni Moraes, João Amorim e Nitay Santana.
No bar O Barril, Esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton silva – Centro às 21h. Informações: 99125-9182 ou 98122-2801.

“Tambores”
Título do 1º CD do cantor e compositor Paulinho Bastos, que já está em estúdio gravando.
Mais uma produção amapaense com linguagem amazônica valorizando o que é nosso.

Agenda
Nesta terça, 27, tem o show “Só Para Raros”, no Teatro das Bacabeiras, 17:30h.
Serão doze atrações artísticas com dança, teatro, poesia, circo e outras artes. A realização é da Cia de Artes Tucuju, selecionada na 26º Mostra de Teatro de Santarém (PA).

Luto
Presidente da Portela, Marcos Falcon, foi assassinado na tarde de ontem (26), no Rio de Janeiro.
Ele era candidato a vereador pelo Partido Progressista (PP).

“Maniçoba Musical”
Projeto musical que acontece todo ano, em outubro (semana do Círio de Nazaré), em Belém (PA).
Artistas convidados: Allan Carvalho e Nilson Chaves (PA), Célio Cruz (AM), Enrico Di Miceli (AP).
Dia 6 de outubro, no Sesc Boulevard, 19h.

Música
Dia 15 de outubro tem show de “Donjun’s” (anos dourados), no bar “O Barril”, às 23h.
Esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton silva – Centro. Informações: 98130-9224.

Saga da Amazônia

O cantador e compositor brasileiro, Vital Farias, que nasceu no sítio Pedra D’Água, município de Taperoá, estado da Paraíba, expressa na canção Saga da Amazônia, todo seu sentimento de amor à Amazônia e conta para o mundo, através de música, o sofrimento daquele povo com o crime causado pelo homem sobre a natureza.

Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta, mata verde, céu azul, a mais imensa floresta, no fundo d’água as Iaras, caboclo lendas e mágoas e os rios puxando as águas.

Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores, os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores, sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir era: fauna, flora, frutos e flores. Toda mata tem caipora para a mata vigiar, veio caipora de fora para a mata definhar e trouxe dragão-de-ferro, prá comer muita madeira e trouxe em estilo gigante, prá acabar com a capoeira.

Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar, prá o dragão cortar madeira e toda mata derrubar: se a floresta meu amigo, tivesse pé prá andar eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá. O que se corta em segundos gasta tempo prá vingar e o fruto que dá no cacho prá gente se alimentar? Depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar, igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar.

Mas o dragão continua a floresta devorar e quem habita essa mata, prá onde vai se mudar? Corre índio, seringueiro, preguiça, tamanduá, tartaruga: pé ligeiro, corre-corre tribo dos Kamaiura. No lugar que havia mata, hoje há perseguição. Grileiro mata posseiro só prá lhe roubar seu chão, castanheiro, seringueiro já viraram até peão, afora os que já morreram como ave-de-arribação. Zé de Nata tá de prova, naquele lugar tem cova, gente enterrada no chão: Pois mataram índio que matou grileiro que matou posseiro, disse um castanheiro para um seringueiro que um estrangeiro roubou seu lugar

Foi então que um violeiro chegando na região ficou tão penalizado que escreveu essa canção e talvez, desesperado com tanta devastação, pegou a primeira estrada, sem rumo, sem direção, com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa dentro do seu coração.

Aqui termina essa história para gente de valor, pra gente que tem memória, muita crença, muito amor, pra defender o que ainda resta, sem rodeio, sem aresta, era uma vez uma floresta na Linha do Equador.

Ralho
É um espetáculo monólogo teatral (premiado) interpretado pelo seu autor, Dinho Araújo, que encena um senhor idoso que não da sociedade o tratamento que merece.
Será apresentado neste sábado, 24, no Teatro Trincheira (Centreventos). Av: Paulo do Espírito Santo – Jardim II (próximo a UBS Marcelo Cândia), às 20h.

Espetacular
Show da banda Negro de Nós, ontem (23), no bar O Barril (Projeto MPA), foi espetacular.
Casa lotada pra ouvir, cantar junto e dançar os clássicos da história de 17 anos da banda.
Esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton silva – Centro às 21h.

Projeto MPA
Na sexta, 30, é a vez de Beto Oscar e Helder Brandão se apresentarem no palco do Projeto MPA com o show “São Batuques”.
Artistas convidados para dividir o palco: Amadeu Cavalcante, Joãozinho Batera, Roni Moraes, João Amorim e Nitay Santana.
No bar O Barril, Esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton silva – Centro às 21h. Informações: 99125-9182 ou 98122-2801.

“Loba Boba”
Música de Joãozinho Gomes e Zeca Baleiro, cantada por Patricia Bastos no novo CD da cantora, “Batom Bacaba”.
Lançamento em Macapá, pela Natura Musical, está agendado para o doa 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.

“Tambores”
Título do 1º CD do cantor e compositor Paulinho Bastos, que já está em estúdio gravando.
Mais uma produção amapaense com linguagem amazônica valorizando o que é nosso.Dívida

Dívida
Recebemos informação de que a sede do São José sem água e energia elétrica, há cerca de quatro meses, além da ameaça de ir a leilão por dívidas.
Com a palavra a direção do “mais querido”.

“Palco Giratório”
O Sesc – AP apresenta, nos dias 24 e 25 de setembro, a segunda etapa do projeto Palco Giratório.
Serão duas apresentações, uma do grupo amapaense Graham Companhia de Dança, e a outra dos artistas goianos, Rodrigo Cruz e Rodrigo Cunha.