Cidades

Segundo professores, Colégio Amapaense não tem estrutura para o Ensino Médio Integral

Celina e Lauro descrevem deficiências no educandário

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Os professores Celina Moura de Oliveira e Lauro Silva, do Colégio Amapaense (CA), contestaram, na manhã desta quarta-feira, 11, a escolha do estabelecimento, pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), para servir de local para o Ensino Médio Integral.
A contestação foi feita no programa LuizMeloEntrevista (Rádio DiárioFM 90,9). A iniciativa da Seed, além do Colégio Amapaense, também sofre resistência da comunidade do Colégio Tiradentes que, anteontem, manifestou-se, na emissora, no programa Café com Notícia, apresentado por Ana Girlene.
Celina Moura de Oliveira e Lauro Silva disseram, no LuizMeloEntrevista, que o CA não tem estrutura para receber o Ensino Médio Integral. Eles relacionaram que o educandário não tem banheiros, o vestuário da quadra de esportes é sem porta e não existe refeitório. Eles revelaram, também, que desde abril do ano passado a escola não oferece merenda aos seus estudantes.
Os dois acharam pouco a importância de R$ 2 mil por ano que, segundo o plano do governo, será destinada para cada estudante do Ensino Médio Integral. Consta que no novo sistema a estudantada terá apenas almoço. “Como será isso? Os estudantes precisam também de lanchar”, protestaram os professores.
Celina e Lauro também contestaram a decisão unilateral da Secretaria Estadual de Educação que tomou a iniciativa de implantar o Ensino Médio Integral sem debater o assunto com as comunidades escolares.

 
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